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****** - PLANTAS CULTIVADAS - ****** CONTINUAÇÃO DO BERÇÁRIO DE PLANTAS!


ÁRVORE DA FELICIDADE 05/09/2008

ORNAMENTAL: Árvore da felicidade

 

 

 Árvore-da-felicidade " macho"

Árvore-da-felicidade "fêmea"

Existem duas espécies de plantas chamadas de árvore-da-felicidade, Sílvia. Elas se tornaram bem populares nos anos 70, quando a moda era usá-las formando um par: a “planta-macho” seria a Polyscias guilfoylei e a “femea”, a Polyscias fruticosa. Elas são espécies diferentes do mesmo gênero e ambas pertencem à família das araliáceas. A principal diferença entre elas é que a Polyscias fruticosa apresenta folhas recortadas em pequenas partes, bem afinadas, e a Polyscias guilfoylei possui folhas compostas, com uma cor verde mais intenso que a “fêmea”, lembrando a forma das folhas da salsa. Elas podem ser cultivadas com sucesso mesmo em apartamentos, pois gostam de muita claridade, mas sem sol direto. Além disso, sua folhagem se desidrata com facilidade quando exposta ao vento. Plante a muda num vaso de bom tamanho (cerca de 30 cm de diâmetro e 50 cm de altura), para que a planta possa se desenvolver durante um bom tempo sem precisar de transplante. Para garantir uma boa drenagem - essencial para essas plantas -, use a seguinte mistura de solo:

1 parte de terra comum
1 parte de terra vegetal
1 parte de composto orgânico
1 parte de areia
Seu cultivo é fácil e um bom indicativo para as regas são as próprias folhas, que revelam a necessidade de água: nunca as deixe murchar, pois podem cair. Em geral, uma boa medida é regar uma vez por semana nos meses frios e de duas a três vezes por semana no verão. Mas não descuide de observar a planta, pois ela dá sinais de suas necessidades. Adube-as na primavera e verão. Uma curiosidade sobre essas plantas é que elas exalam um aroma característico sempre no final da tarde.

http://www.jardimdeflores.com.br/CONSULTAS/felicidade.html

 

 

Árvore da felicidade
(Polyscias fruticosa e Polyscias guilfoylei)

 Catalisadora de energias positivas, a planta é mais indicada para ambientes externos, pois pode atingir até 3m de altura. Diz a tradição que ela deve ser recebida de presente, nunca comprada.
http://www.dragteam.info/forum/hortas-e-jardins/4372-plantas-atraem-boa-sorte-ou-espantam-o-mau-olhado.html

 

Polyscias fruticosa  

 

http://www.bonsai-collectables.com/Polyscias%20fruticosa.jpg

 

 

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/arvore_da_felicidade

Magia : Árvore da felicidade - Para cumprir sua função de atrair bons fluidos, deve chegar às mãos do dono dado de presente por alguém querido.

Cultivo : Elas podem ser cultivadas com sucesso mesmo em apartamentos, pois gostam de muita claridade, mas sem sol direto. Além disso, sua folhagem se desidrata com facilidade quando exposta ao vento. Plante a muda num vaso de bom tamanho (cerca de 30 cm de diâmetro e 50 cm de altura), para que a planta possa se desenvolver durante um bom tempo sem precisar de transplante. Para garantir uma boa drenagem - essencial para essas plantas -, use a seguinte mistura de solo:
1 parte de terra comum;1 parte de terra vegetal;1 parte de composto orgânico;1 parte de areia.
Seu cultivo é fácil e um bom indicativo para as regas são as próprias folhas, que revelam a necessidade de água: nunca as deixe murchar, pois podem cair. Em geral, uma boa medida é regar uma vez por semana nos meses frios e de duas a três vezes por semana no verão. Mas não descuide de observar a planta, pois ela dá sinais de suas necessidades. Adube-as na primavera e verão.

http://www.babyschmitt.com.br/planetaverdearvoredafelicidadedicasdefitoterapia.htm

Nome popular: Árvore-da-felicidade; Árvore-da-felicidade-macho.

Nome científico: Polyscias guilfoylei

Família: Araliaceae

Origem: Ilhas do Pacífico.

 Observações: Existem duas espécies de plantas muito semelhantes chamadas de "árvore-da-felicidade", tanta é a semelhança, que comumente a espécie Polyscias guilfoylei é chamada de "macho" e a espécie Polyscias fruticosa é considerada a "fêmea", o que não é verdade.

São muito cultivadas em vasos médios a grandes, em ambientes internos. Em algumas culturas orientais, a planta é muito dada como presente. Essa planta possui uma característica específica, exalando um cheiro característico no fim das tardes.

A planta não tolera baixas temperaturas, sendo recomendada somente para locais de clima tropical e subtropical.

 Cultivo: Se desenvolve bem em ambientes sombreados, mas bem iluminados, podendo também ser plantada à meia-sombra.

Quando plantada diretamente no solo, é recomendável o plantio em locais onde não haja muito vento, já que suas folhas se desidratam facilmente.

As regas devem ser mais mais intensas no verão, e mais espaçadas no inverno. A falta de água causa murchamento e queda das folhas.

 http://www.cultivando.com.br/plantas_detalhes/arvore_da_felicidade.html

 

 

 

VÁRIAS ESPÉCIES DE POLYSCIAS:

                                                                                                               http://www.rhapisgardens.com/catalog/ming-list.htm

    Name - Polyscias (pronounced polly-SEE-ass) balfouriana (commonly called Balfour aralia) is the most grown but p. filcifolia, fruticosa, guilfoylei, and paniculata can all be found. The name is from poly - Greek for much and scias for shade.

http://www.flowers.org.uk/plants/facts/m-r/polycias.htm

 

Polyscias guilfoylei ‘Laciniata’
Árvore-da-felicidade, árvore-da-felicidade-macho
Família das araliáceas
Origem: Ásia, Polinésia.
Porte: arbusto de até 2 metros
Flores: insignificantes e raras
Propagação: por estaquia da ponta de ramos

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/arvore_da_felicidade



Escrito por Berçário de Plantas às 11h01
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BRILHANTINA 05/09/2008

ORNAMENTAL: Brilhantina

 

Pilea microphyla

 

http://flickr.com/photos/82774745@N00/477408185/

 

Pilea

Classificação científica

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Rosales

Família: Urticaceae

Gênero: Pilea

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pilea_microphylla,_Urticaceae

 

http://www.odla.nu/krukvaxter/images/bilder/pilea_microphylla.jpg

 

Nome popular:
brilhantina
Família:
Urticaceae
Origem:
América tropical
Características:
Não tolera geadas, plantada em canteiros com solo enriquecido com humus e mantido úmido.

http://www.floriculturacampineira.com.br/portal/floricultura_produto.asp?categoria=339&produto=5363

 

 

http://www.plantcare.com/oldSite/httpdocs/images/RR/IMG0153090.jpg

 

Nome Científico: Pilea microphylla

Sinonímia: Parietaria mircophylla, Pilea muscosa, Pilea succulenta

Nome Popular: Brilhantina, beldroega, planta-artilheira, folha-gorda

Família: Urticaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América Tropical

Ciclo de Vida: Perene

A brilhantina é uma planta de textura peculiar, suas folhas são muito brilhantes, suculentas e pequeninas, de coloração verde-clara. Sua estrutura é bastante ramificada e ereta assemelhando-se a ramos de ciprestes. Sua estatura é baixa, de 20-30 centímetros, tornando-a excelente em composições com flores diversas. Apresenta flores bem pequenas, de pouca importância ornamental. Além do cultivo em vasos e jardineiras, pode compor maciços ou bordaduras em canteiros bem adubados e úmidos.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra. É bastante exigente em matéria orgânica e irrigação. Não é tolerante à geadas. Pode ser multiplicada por estacas ou divisão de touceiras.

http://www.jardineiro.net/br/banco/pilea_microphylla.php

 

http://www.rufer-blumen.ch/bilderarchiv/p/bilder1/pilea%20microphylla.jpg

 

 

 

Nome popular: Brilhantina; Beldroega; Folha-gorda; Planta-artilheira.

Nome científico: Pilea microphylla (L.)

Família: Urticaceae.

Origem: América Tropical.

Observações:  Planta herbácea perene, de 20 a 30 cm de altura, de folhagem ornamental. Possui flores diminutas, que possuem importância secundária como valor ornamental.

As flores masculinas, quando secas, explodem, emitindo uma nuvem de pólen.

A planta não tolera geadas.

Cultivo: É uma planta muito variável, prosperando a pleno sol, ou de preferência à meia-sombra. É cultivada formando conjuntos, em canteiros enriquecidos com húmus, devendo ser sempre umedecidos, onde proporcionam notável efeito.

Multiplica-se facilmente por divisão de planta entouceirada e por meio de estacas.

http://www.cultivando.com.br/plantas_detalhes/brilhantina.html

 

http://www.nzenzeflowerspauwels.be/PileMicr.jpg

 

 

Uma espécie de Brilhantina (a rasteira) é considerada daninha:

 

“... Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia do oxyfluorfen no controle da brilhantina (Pilea microphylla) na produção de mudas de plantas ornamentais...”

http://revistas.cpd.ufv.br/pdaninhaweb/?pagina=detalhePublicacao&cod=876

 

 

“... Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia do oxyfluorfen no controle da brilhantina (Pilea microphylla) em cultivo de orquídeas...”

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-83582007000300019&lng=en&nrm=iso

                                                  

 

A Brilhantina que cultivamos (com caule ereto) no berçário-matriz:

 

 

 


Escrito por Berçário de Plantas às 11h00
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IRESINE 01/09/2008

ORNAMENTAL: Iresine (coração magoado)

 

Iresine herbstii  “aureoreticulata”

 

 

 

Nome Científico: Iresine herbstii

Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii

Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria

Família: Amaranthaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América do Sul

Ciclo de Vida: Perene

Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.

 

 

Iresine celosia

 

                                                                                                              

 

Pertence à família das amarantáceas e é originária da América do Sul, Brasil. Dá flores no Verão e é um arbusto que chega a atingir um metro de altura. Propaga-se pela estaquia da ponta de ramos, isto é, basta cortar uma ponta e plantá-la.
Dá-se bem a sol pleno, mas pela experiência que tenho cá em casa, onde a tenho quer ao sol, quer à meia-sombra, desenvolve-se melhor se não estiver muito exposta ao sol.
Precisa de água e mal esta falta fica com as folhas todas murchas. Parece que vai morrer, mas não. Basta regá-la novamente.
No Funchal, é muito usada em jardins públicos, fazendo lindos efeitos geométricos com uma variedade de folhas verdes. Para esses fins, os jardineiros costumam cortá-las todas à mesma altura. Cá em casa, deixo-as crescer até onde lhes apetece.
Adoro a cor da folhagem, a qual, só por si, já faz um efeito colorido no verde que por aqui se espalha.

 

 

 

Iresine herbstii aureo- reticulata (Amaranthaceae)

 

Luz -

Ambiente - A pleno sol ou sob luz em paludários

Temperatura - Tropical. Não tolera muito o frio 

Folhas - Verdes com nervuras amarelas 

Solo - Rico em matéria orgânica 

Cuidados - Podas estéticas 

Manutenção - Fácil 

Altura - Até 1,5m se mantido sem podas 

Flor - Inflorescências simples eretas 

 

 

 

 

 

FONTES:

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Iresine_herbstii_Biemuelleri_BotGardBln0906.JPG

http://www.jardineiro.net/br/banco/iresine_herbstii.php

http://www.weblo.com/domain/available/iresine.com/

http://jardimdepedra.blogspot.com/2007/10/iresine-herbstii-ou-corao-de-maria.html

http://waterroots.com/imagesplants/403.jpg

http://www.plantasdeaquario.com/foto023.htm

Iresine herbstii ou coração-de-Maria



Escrito por Berçário de Plantas às 10h57
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ESPADA DE SÃO JORGE 29/08/2008

ORNAMENTAL: Espada de São Jorge

 

Sansevieria hyacinthoides

http://en.wikipedia.org/wiki/Sansevieria

 

                                                 Sansevieria

As sanseviérias (vulgarmente conhecidas como "línguas-de-sogra", em português, ou "mother-in-law's tongue", em inglês) formam um género de cerca de 70 espécies, originárias de regiões tropicias e subtropicais do Velho Mundo. Integram, consoante os autores, as famílias Ruscaceae, Agavaceae ou Dracaenaceae.

Características. Plantas xerófitas, herbáceas ou arbustivas, suculentas, perenes, com folhas afiladas, que crescem, conforme as espécies, de 20 cm até 3 m de altura. Formam frequentemente aglomerados densos. A flores têm um tom branco esverdeado e ocorrem num racemo com 40 a 90 cm de comprimento. O fruto é uma baga vermelha ou cor-de-laranja.

Designação. O género homenageia Raimondo di Sangro (1710-1771), príncipe de San Severo, ma Itália. As grafias "Sanseveria" e "Sanseviera" também se vêem com frequência.

Utilização. Em África, as folhas são usadas para a produção de fibras. A seiva de algumas espécies, como a S. ehrenbergii, têm propriedades anti-sépticas e as folhas são usadas como pensos na medicina tradicional (para primeiros socorros). São plantas de interior populares nas regiões temperadas (especialmente a S. trifasciata) e delas produziram-se inúmeros cultivares (60 só da espécie S. trifasciata).

Cuidados. Requerem um substrato bem drenado e regas moderadas. Nos meses de Verão, apreciam regas frequentes, desde que o solo não fique encharcado, mas nos meses mais frios é melhor deixá-las secas. A temperatura média mínima recomendada é 10°, mas toleram breves períodos de temperaturas mais baixas, desde que permaneçam secas. As sanseviérias são difíceis de manter num espaço limitado, já que tentam sempre expandir-se, lançando rizomas subterrâneos muito fortes, que podem quebrar o plástico ou o barro dos vasos.

Propagação. A propagação faz-se geralmente por separação dos rebentos que a planta com frequência lança. Muitas espécies também podem ser propagadas através de folhas (mas não as formas variegadas). A propagação a partir de sementes é um processo lento.

Espécies. Sansevieria aethiopica, angustiflora, arborescens, aubrytiana, braunii, canaliculata, concinna, cylindrica, dawei, deserti, dooneri, ehrenbergii, fasciata, fischeri,  francisii, gracilis, grandicuspis, grandis, hahnii, horwoodii, humiflora, hyacinthoides, intermedia, kirkii, liberica, longiflora, metallica, masoniana,  parva, patens, phillipsiae, pinguicula, raffillii, roxburghiana, senegambica, singularis, stuckyi, subspicata, suffruticosa, trifasciata, zeylanica.

 

(fonte: http://www.estufa.net/index.php?topic=1105.0)

 

 

 

UM RARO MOMENTO: EM FLORAÇÃO

 

 

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Sansevieria_trifasciata_flowers.JPG

 

 

Muitas Imagens da grande variedade de espécies de espada-de-são-jorge:

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601338701146/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601299523451/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601306359850/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601288304983/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601283094762/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601287462789/

 

http://davesgarden.com/guides/pf/showimage/32284/

 

http://www.brookside-nursery.com/

 

 

 

Sansevieria cylindrica

http://davesgarden.com/guides/articles/view/293/

 

 

 

Nome Científico: Sansevieria trifasciata

Sinonímia: Sansevieria laurentii, Sansevieria trifasciata var laurentii

Nome Popular: Espada-de-são-jorge, rabo-de-lagarto, língua-de-sogra, sansevéria

Família: Liliaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: África

Ciclo de Vida: Perene

 

 

Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Suas folhas são muito ornamentais e podem se apresentar de coloração verde acinzentada e variegadas, com margens de coloração branco-amareladas, todas com estriações de um tonalidade mais escura. As flores brancas não tem importância ornamental. É uma planta de utilização bastante tradicional e a cultura popular recomenda como excelente protetor espiritual.

Devem ser cultivadas à pleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e bordaduras. Resiste tanto à estiagem, como ao frio e ao calor, além de ser pouco exigente quanto à fertilidade. Multiplica-se por divisão de touceiras, formando mudas completas com folhas, rizoma e raízes.

http://www.jardineiro.net/br/banco/sansevieria_trifasciata.php

 

 

 

http://www.about-garden.com/a/en/1919-sansevieria-trifasciata-snake-plant/

 

http://aquiya.skr.jp/zukan/Sansevieria_trifasciata_.html

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h22
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CORAÇÃO DE MÃE 22/08/2008

ORNAMENTAL: Corações Emaranhados

 

 

 

 Nome Científico: Ceropegia woodii
Sinonímia: Ceropegia linearis subsp. linearis, Ceropegia linearis subsp. woodii, Ceropegia barbertonensis, Ceropegia euryacme, Ceropegia schoenlandii
Nome Popular: Corações-emaranhados
Família: Asclepiadaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
Ciclo de Vida: Perene
É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.
Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores.

http://wwwamigadasflores.blogspot.com/2008_05_17_archive.html

 

 

 

 

 http://www.loop.ph/bin/view/Loop/BioWall

 

 

http://paletas-de-cores.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

 

 

http://oz.tranzfusion.net/pics/Cacti%20and%20Succulents/Ceropegia%20woodii%20-%20Chain%20of%20Hearts%202.jpg

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h21
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JASMIM 12/08/2008

ORNAMENTAL: Jasmim

 

 http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Jasminum_sambac_Blanco1.6.jpg

 

 

Nome Científico: Jasminum sambac

Sinonímia: Nyctanthes sambac

Nome Popular: Jasmim-árabe, bogari, jasmim-sambac, mosqueta

Família: Oleaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Índia e Arábia

Ciclo de Vida: Perene

 

O jasmim-árabe é um arbusto muito perfumado e decorativo, que pode alcançar cerca de 4 metros de altura. Ele é considerado a planta símbolo das Filipinas, onde suas flores compoem os leis (colares de flores). As folhas são verde escuras, ovaladas, com sulcos um tanto marcados e são dispostas ao longo de ramos compridos. As flores brancas exalam um forte perfume, adquirem tonalidades rosadas com o tempo e podem ser simples, semi-dobradas ou dobradas. Quando desidratadas são muito utilizadas para a aromatizar o Chá-de-jasmin, bebida muito apreciada na China.

Embora seja arbustiva, pode ser conduzida como trepadeira, devido aos extensos ramos, cobrindo assim suportes como colunas, grades e arcos. Fica muito bem em vasos e jardineiras, e se podada adequadamente torna-se um formoso arbusto. Floresce nos meses mais quentes do ano, mas pode florescer no inverno se mantida em estufa.

 

Deve ser cultivada a pleno sol em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. As fertilizações periódicas com composto orgânico ou NPK, favorecem intensas florações. Tolera o frio e à meia-sombra. Multiplica-se por estacas semi-lenhosas postas a enraizar em ambientes protegidos.

 

http://www.jardineiro.net/br/banco/jasminum_sambac.php

 

 

 

 

 

http://home.hiroshima-u.ac.jp/shoyaku/photo/Thai/020307Jasmin.jpg

 

 

O jasmim apresenta uma infinidade de espécies diferentes , espalhadas pelos países de clima tropical e temperado. Dentre elas está o jasmim-branco, uma frágil trepadeira com atraentes flores brancas. Agrupadas em cachos, as flores perfumam o ambiente com um aroma adocicado.

Há várias espécies de jasmins, todas brancas, com exceção do Jasminum humile, que é amarelo e é utilizado na China para fazer chá. É um arbusto perene, da família das oleáceas, e tem um caule quase que se eleva até uns 2 m de altura. Do caule partem ramos dos quais brotam várias flores pequenas em cálice. As duas espécies mais usadas em perfumes são o Jasminum officinale e o Sambac, que têm um aroma doce muito intenso.

A essência do jasmim é obtida em laboratório, numa das realizações mais puras, concentradas e caras da perfumaria. Para obter um quilograma de essência absoluta são necessários 100 quilos de flores, ou oito milhões de pétalas. Também se utiliza o jasmim-do-cabo (Gardênia).

 

http://www.gforum.tv/board/archive/t-139409.html

 

 

                                                                                        Exemplar do Jasmin sambac no berçário-matriz:

 

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h19
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AZULZINHA 11/08/2008

ORNAMENTAL: Azulzinha

 

http://www.artengramas.com.br/html/produtos.html

 

 

Flor Azulzinha, nome científico: Evolvulus glomeratus. Localizada na Cidade Universitária, na Ilha do Fundão.

 

http://www.imagem.ufrj.br/index.php?acao=detalhar_imagem&id_img=765

 

 

Pequenas, mas vistosas, suas flores aparecem quase o ano todo. Também usada como pendente em vasos e jardineiras, é mais aplicada no solo, como forração. De folhas ovaladas e aveludadas, reproduz-se facilmente: as mudas podem ser retiradas das plantas mais velhas. Originária do Brasil, não ultrapassa 30 cm de altura. Vai bem a pleno sol ou à meia-sombra e não tolera temperaturas muito baixas.

 

http://revistacasaejardim.globo.com/Casaejardim/0,25928,EJE807461-2194,00.html

 

 

As forrações seguram a umidade e protegem o solo da erosão. Nativa do Brasil, a azulzinha (Evolvulus glomeratus) tem uma vantagem: floresce quase o ano todo. Também pode ser usada como planta pendente em jardineiras e vasos, fazendo composição com arbustos. Mas, atenção: ela prefere sol e meia-sombra e se desenvolve em solo com boa drenagem e bastante matéria orgânica.

 

http://www.viverbemonline.com.br/revista/167/imagens/1450/

 

 

Azulzinha, também chamada por evólvulos, floresce quase o ano todo, mas não tolera temperaturas baixas, herbácea, perene e brasileira, a Azulzinha (Evolvulus glomeratus) tem de 20 a 30 cm de altura, com folhas ovaladas e aveludadas. Suas flores são pequenas, azuis e aparecem no decorrer de quase o ano todo. Pertence à família Convolvulaceae. Pode ser utilizada como planta pendente em vasos, mas é empregada com maior freqüência em bordaduras e como forração, a pleno sol ou meia sombra. Não tolera as temperaturas muito baixas do inverno. Multiplica-se utilizando a ramagem. Em estacas são divididas em mudas. A Azulzinha deve ser cortada no final do inverno para deixá-la enraizar preferencialmente em locais protegidos, como estufas.

 

http://www.agrov.com/flores/azulzinha.htm

 

 

Nome Científico: Evolvulus glomeratus

Sinonímia: Evolvulus strictus, Evolvulus grandiflorus, Evolvulus capitatus, Evolvulus echioides

Nome Popular: Evólvulo, Azulzinha

Família: Convolvulaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Brasil e Paraguai

Ciclo de Vida: Perene

O evóvulo é uma planta herbácea, bastante rústica e fácil de cultivar. Suas folhas são pequenas, ovaladas e recobertas for uma fina lanugem branca, que lhe dá uma textura aveludada. A folhagem é de aspecto compacto, prostrado ou semi-prostrado, arredondado e de coloração verde acinzentada. Os ramos ficam lenhosos quando velhos. As flores são também pequenas, solitárias, numerosas, em forma de funil e muito vistosas. As pétalas são de cor azul ou lavanda, e o centro da flor é branco.

No paisagismo é bastante versátil, podendo ser plantada em maciços, canteiros, bordaduras, vasos e jardineiras, assim como presta-se como forração. Sua beleza e efeito pendente são evidenciados em cestas suspensas. A floração se estende por todo o ano.

Devem ser cultivadas à pleno sol, embora tolere sombra parcial durante o dia. O substrato deve ser fértil, drenável e leve (mais arenoso do que argiloso), enriquecido com matéria orgânica, e regado regularmente. Não tolera o frio e o encharcamento, mas tolera o salinidade, sendo apropriada para o litoral. Multiplica-se por estaquia e divisão das plantas.

 

http://www.jardineiro.net/br/banco/evolvulus_glomeratus.php

 

 

 AZULZINHA (Evolvulus glomeratus) - flores azuis

Desperta nosso guardião interno para que ele se torne vigilante e atento. Mobiliza uma maior clareza de percepção e rapidez na ação para que possamos identificar e usufruir as oportunidades que a vida nos apresenta e também para nos proteger em situações de estresse ou confronto.

Palavras chave: Estar desperto ·Guardião interno ·Mente alerta ·Masculino ·Estar atento ·Estar vigilante ·Estar ligado ·Percepção clara ·Ação rápida ·Eficiência ·Oportunidade ·Clareza mental ·Disposição mental e física ·Proteção ·Desproteção ·Letargia mental ·Embotamento ·Criança interior ferida ·Violência ·Estar anestesiado mental e emocionalmente ·"Marcar bobeira" ·"Dormir no ponto" ·"Leseira" ·"Estar desligado" .

 

http://www.filhasdegaia.com/br/essencias/A-Botao.htm

 

  

lindas fotos da azulzinha:

 

http://davesgarden.com/guides/pf/showimage/84327

 

 

 

Azulzinha no Berçário de Plantas:

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h19
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ORQUÍDEA BAMBU 05/08/2008

ORNAMENTAL: Orquídea-bambu

 

                                 As orquídeas terrestres podem e devem ser tratadas como uma planta ornamental normal de jardim com toda a preparação do solo, adubo orgânico e químico. É cultivada a meia-sombra ou a pleno sol, em jardineiras e renques, acompanhando muros, muretas e paredes, ou em grupos formando conjuntos isolados. Multiplica-se facilmente por divisão de touceira ou por estacas.

 

Orquídea-bambú - Arundina bambusifolia
Nome Científico: Arundina bambusifolia
Nome Popular: Orquídea-bambú, Arundina
Família: Orchidaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Burma
Ciclo de Vida: Perene
Orquídea terrestre bastante rústica, a arundina, como também é chamada, se encaixa perfeitamente no estilo dos jardins tropicais e contemporâneos. Apresenta caule juncoso, formando grandes massas que crescem até uma altura de 2 m. As folhas são finas, estreitas, compridas e lanceoladas, com um comprimento de 9 a 19 cm e largura de 0,8 a 1,5 cm. As flores se formam no verão e apresentam uma tonalidade lilás rosada com o labelo púrpura. A orquídea-bambú pode ser utilizada como bordadura, renques, ou isolada no jardim, assim como em vasos e jardineiras, sozinha ou compondo com outras plantas.

Esta espécie pode ser cultivada à meia-sombra ou a sol pleno, em solo rico em matéria orgânica. Quando plantada em vaso, a mistura recomendada é de 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico. Aprecia regas regulares sem encharcar o substrato, devendo ser irrigada cada vez que o substrato secar na superfície. Floresce mais intensamente em regiões de clima tropical e equatorial. Não tolera geadas. Multiplica-se pela divisão das touceiras ou por estacas-ponteiro obtidas das brotações laterais das hastes. 

Também conhecida como Bletia graminifolia ou Cymbidium bambusifolium, é uma orquídea terrestre, originária da Asia tropical, passando por Índia, Nepal, Tailândia, Malásia, Singapura e ilhas do Pacífico. Em razão de suas hastes serem longas, alcançando até três metros de altura, leva o nome popular de orquídea bambu.

Suas flores de cor rosa para lilás saem da ponta das hastes, e podem ser encontradas nas variações alba e semi-alba. É uma planta de fácil trato, devendo ser cultivada em vasos grandes ou direto no solo do jardim, aprecia luminosidade total (sol pleno), para melhor desenvolver-se. O solo deve ser rico em matéria orgânica, e nas regiões onde for arenoso, deve-se dar especial atenção a adubação orgânica (esterco da gado ou galinha curtidos) para que tenha rendimento nas florações.

 


ORQUÍDEA-BAMBU DO BERÇÁRIO-MATRIZ:


 

Participação especial do sininho amarelo (abutilon) e, logo abaixo dele, uma abelhinha apressada.

 

 

FONTES:

 

http://www.sob.org.br/apost_leah.html

http://foroantiguo.infojardin.com/showthread.php?t=175001

http://flickr.com/photos/andfuzi/2439335617/

http://www.orquidariocuiaba.com.br/?m=20080526

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h18
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PITANGUEIRA 31/07/2008

FRUTÍFERA: Pitangueira

 

Nome: Pitangueira, Eugenia uniflora
Família: Myrtaceae
Sinônimos vernáculos: pitangueira-vermelha, pitangueira-roxa, pitangueira-branca, pitangueira-do-mato.
Distribuição: Ocorre de SP ao RS, na floresta semidecídua do Planalto e da bacia do rio Paraná.
Prefere subosques mais abertos e iluminados sendo ali, uma espécie bastante comum e abundante.
Características:semidecídua, heliófila e seletiva higrófila, de 3 - 15 m de h, com 20 - 50 cm de DAP,
folhas glabras, de 3-7 cm de comprimento, por 1-3 de largura.. A folhagem apresenta várias tonalidades de cor, do verde claro ao vermelho arroxeado, mas apesar disto, é inconfundível pelo agradável e característico aroma que possui. O tronco é tortuoso, de cor clara e um pouco escamante. Muito indicada para praças e jardins, para atração da fauna e alegria da criançada. Produz frutificação abundante.
Seus frutos maduros são e bem característicos, arredondados e relativamente pequenos (1-1,5 cm), mas muito saborosos. Sua coloração varia entre o vermelho e o roxo escuro. Exteriormente parecem compostos por gomos, semelhante à uma diminuta bergamota descascada. Nascem nos ramos finos, na ponta dos galhos, após farta floração branca que contribui para a beleza desta árvore.
Apreciadíssimos pela fauna. O Homem aprecia-o sobretudo para deles fazer suco.
Produção de mudas: floresce entre agosto e novembro. Frutos maduros entre outubro e janeiro.
Colhe-se os frutos quando começarem a queda espontânea, ou junta-se do chão. Pode-se despolpar as sementes em uma peneira com água corrente. Aconselha-se o plantio direto em embalagens individuais.
Emerge, entre 20-50 dias.
A viabilidade germinativa é curta, semelhante às demais espécies desta família. Nos primeiros meses,
devem ser mantidas em ambiente abrigado do sol forte.

Curiosidades: é uma frutífera brasileira por excelência, que vem cada vez mais caindo no paladar exigente  de gourmets do litoral.
Características: tronco liso e levemente tortuoso, bege-acinzentado com estrias mais claras que se formam pela constante renovação da casca. Folhagem densa e verde-escura, com folhas miúdas, lustrosas e que tem o aroma da fruta. Flores brancas na primavera e verão. Frutos esféricos de 1,5 a 3 centímetros de diâmetro, de casca muito fina, lisa e colada á polpa, dividida em oito gomos, nas cores vermelho-intenso, alaranjado ou roxo-escuro.
Porte: pode atingir 5 metros de altura, podendo passar dos 10 metros em certas condições. Na idade adulta, e quando plantada isoladamente, adquirem copa arredondada e majestosa, com diâmetro comparável à sua altura.
Propagação: sementes e alporquia.
Solo: bem drenado, arenoso e fértil
Poda: apenas as de formação e limpeza.
Uso paisagístico: é muito indicada para regiões de litoral. Em outros países, a pitangueira é comumente utilizada em cercas viva, uso quase inédito no Brasil. Por aqui também é rara em calçadas ou plantada em vasos - onde se sai muito bem.

Usos da Pitangueira:
Planta:
usada como planta ornamental em parques e jardins e para formação de cercas vivas (Flórida, EUA).
Caule: fornece madeira para tornos, para cabos de ferramentas e implementos agrícolas, para mourões, para esteios e para lenha; o cerne escuro do tronco de plantas velhas tem utilidade em marcenaria de luxo.
Folhas: contém o alcalóide denominado pitanguina (sucedâneo de quinino); em medicina caseira seus chás e banhos são utilizados para tratamento de febres intermitentes; os chás tem uso contra diarréias persistentes, contra afecções do figado, em gargarejos nas infecções da garganta, contra reumatismos e gota. Dizem, também, o chá ser uma substancia excitante.
Fruto: ao natural sua polpa é consumida fresca ou sob forma de refrescos, sucos; processada a polpa entra na composição de sucos engarrafados, sorvetes, doces, licores, vinhos e geléias.
Ainda os frutos são tidos como digestivos se ingeridos após as refeições.

 Botânica/Descrição/Variedades:
A pitangueira é conhecida como Eugenia uniflora, L, Dicotyledonae, Mirtaceae. O fruto, por ser vermelho escuro (pitangueira vermelha) era conhecido pelos índios tupi-guaranis pelo nome de pitanga.
A pitangueira é uma pequena árvore que nas regiões subtropicais alcança 2m a 4m de altura mas, vegetando sob ótimas condições de clima e de solo, alcança alturas acima de 6m., quando adulta. As folhas pequenas e verde-escuras quando formadas exalam aroma forte e característico. As flores brancas e suavemente perfumadas, são hermaforditas e melíficas. O fruto é uma baga com 1,5 a 3,0cm. de diâmetro, tem casca muito fina; a polpa do fruto maduro é macia, suculenta, doce ou agridoce, aromática, saborosa, perfumada. A maturação do fruto dá-se em 5 a 6 semanas após o início da floração.
A composição de 100 gramas de polpa é: 38 calorias, 0,3g. de proteína, 10mg. de cálcio, 20mg. de fósforo, 2,3mg. de ferro 0,03mg. de vit.B2 e 14mg. de vit. C.
Não se conhece variedades definidas de pitangueiras no Brasil; entre plantas nota-se diferenças quanto a forma, tamanho, cor e sabor do fruto. Encontra-se plantas com frutos cor laranja, com cor vermelha e com frutos encarnados, quase negros.

CENTROS DE DIVERSIDADE GENÉTICA
    A pitangueira é originária da região que se estende desde o Brasil Central até o Norte da Argentina (Fouqué, 1981), sendo distribuída geograficamente ao longo de quase todo o território nacional. Segundo Giacometti (1993), está presente em muitos centros de diversidade e domesticação brasileiros, os quais abrangem diferentes ecossistemas tropicais, subtropicais e temperados. Entretanto, essa espécie apresenta sua mais ampla variabilidade nos Centros de Diversidade classificados como 6. Centro-Nordeste/Caatinga, 7. Sul-Sudeste, 8. Brasil Central/Cerrado, e em todos os setores (9A, 9B e 9C) do centro 9. Mata Atlântica, que engloba as regiões costeiras da Paraíba ao Rio Grande do Sul.
 Devido à sua adaptabilidade às mais distintas condições de clima e solo, a pitangueira foi disseminada e é atualmente cultivada nas mais variadas regiões do globo: Américas do Sul e Central, Caribe, Florida (é a mais popular entre as espécies de Eugenia aí introduzidas), Califórnia, Hawaii, Sudeste da Ásia, China, Índia, Sri Lanka, México, Madagascar, África do Sul, Israel e diversos paises do Mediterrâneo (Popenoe, 1920; Moreuil, 1971; Campbell, 1977; Correa, 1978; Sturrock, 1980; Fouqué 1981; Lahav & Slor, 1997).
 A pitangueira vegeta e produz muito bem em climas tropicais e subtropicais, sendo ideais aqueles quentes e úmidos, onde se torna mais produtiva, embora adapte-se também ao clima temperado e a diferentes altitudes. É resistente aos ventos fortes e tolera diferentes níveis de geada e temperaturas abaixo de 0ºC, sem sofrer danos. Apresenta certa tolerância à seca, desenvolvendo-se bem em condições semi-áridas, desde que se proporcione uma mínima quantidade de água. Não é tolerante à salinidade. Em relação aos solos, cresce adequadamente tanto nos tipos arenosos (como os de restinga e praia), quanto nos areno-argilosos, argilo-arenosos, argilosos e até mesmo em solos pedregosos (Popenoe, 1920; Sanchotene, 1989; Villachica et al., 1996; Demattê, 1997). 
 
Valor nutricional de 100 g de polpa de frutos de pitanga:

Componentes (Unidade)  --->    Valor

Valor energético (Cal) ---> 51,0  
Umidade (g) --->  85,8
Proteína (g) --->  0,8
Gordura (g) --->  0,4
Carboidratos (g) --->  12,5
Fibras (g) ---> 0,6
Cinzas (g) ---> 0,5
Vitamina A (mg) ---> 635,0
Tiamina (mg) ---> 0,3
Riboflavina (mg) ---> 0,6
Niacina (mg) ---> 0,3
Ácido ascórbico (mg) ---> 14,0
Cálcio (mg) ---> 9,0
Fósforo (mg) ---> 11,0
Ferro (mg) ---> 0,2
Fonte: Villachica et al. (1996)

Pitanga é usada em pesquisa contra o câncer
 Uma parceria entre pesquisadores brasileiros e a Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, vai avaliar o uso da pitanga na prevenção do câncer. O professor e pesquisador norte-americano da universidade, Michael Wargovich, esteve em março no Brasil para fechar uma parceria de pesquisa com a Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, e a Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
A pitanga apresenta propriedades que podem funcionar como antiinflamatório nas células. A tarefa brasileira será de selecionar o material genético e identificar os compostos. Nos EUA, a equipe fará testes de laboratório.
A idéia é de que os extratos contidos em frutas vermelhas, como a pitanga, consigam reduzir a proliferação das células cancerígenas em ratos geneticamente modificados(portadores da doença). As características da fruta que, segundo o pesquisador, apresenta antocianinas, carotenóides e fenóis, que podem funcionar como antiinflamatório nas células.
As razões para o uso da pitanga também se referem ao baixo custo e disponibilidade de ser consumida diretamente pela população. Além disso, a atual comercialização do produto, variedades e seleção, fazem da pitanga uma fruta acessível ao estudo e posterior consumo.
Fonte: Brasil Alimentos - nº 39 - Março de 2007
 
Licor de Pitanga
Para a preparação de licores deve-se observar:
- Vasilhame de vidro, louça ou cristal
- Papel de filtro, saco de flanela ou algodão hidrófilo
- A calda de açúcar, quando fria, deve ter em media, 25º (aerômetro de Baumé)
- Para os demais pontos, verifique o grau mais indicado
- Os licores brancos ou claros devem ser preparados com açúcar refinado
- Para dar cor aos licores escuros utiliza-se caramelo (açúcar queimado)
- Empregue, sempre, frutas sãs e em perfeito estado de conservação
- Use sempre álcool de boa procedência, álcool de vinho (espírito)
- Na falta deste, álcool de cana, no grau indicado
- Escolha com escrúpulos os ingredientes
- Aguardente pura e nada de composição que não traga o endosso da saúde pública.
Ingredientes
1 litro de álcool 40º;
1 quilo de pitanga maduras
1 quilo de açúcar
1 1/2 litro de água filtrada
Preparação
Coloque, num frasco de vidro, o álcool, as pitangas e o açúcar, deixando por um espaço de 4 dias, tendo porém, o cuidado de mexer com uma colher de pau 2 vezes ao dia. Passando esse tempo, misture 1 1/2 litro de água filtrada e, em seguida, filtre e engarrafe. Utilize vasilhame de vidro, cristal ou louça.

"pé de pitanga carregado de esperança,
sem photoshop, nem corantes artificiais, sem truques,
só mais um milagre, em um abençoado dia do planeta terra"

http://www.vadiando.com/archives/000910.html

 

LINDÍSSIMAS FOTOS DE PITANGAS – VALE A PENA DAR UMA ESPIADA:

http://www.papayatreenursery.com/gallery/main.php?g2_itemId=608

 

FONTES:

http://www.cepen.com.br/arv_nat_Myrtaceae.htm

 

http://www.sementespodseeds.com.br/Impr/pitangueira.html

 

http://www.sementespodseeds.com.br/Impr/pitangueira.html

 

http://www.seagri.ba.gov.br/Pitanga.htm

 

http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/pitangueira.html

 

http://www.arara.fr/BBPITANGA.html



Escrito por Berçário de Plantas às 08h45
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CRISTA DE GALO 30/07/2008

ORNAMENTAL: Crista de Galo

 

Nome científico: Celosia cristata

Nome comum: Celosia

Nomes populares: Crista-de-Galo, Amaranto, Celósia, Suspiro.

Família: Amaranthaceae

Origem: Asia tropical e África equatorial.

Descrição: Planta herbácea, anual, com variedades anãs e outras que podem atingir alturas de 60-70 cm. Possui caules longos, cilíndricos e de cor verde, muito ramificados. As Celosias apresentam uma folhagem densa, sendo as suas folhas de cor verde médio, largas, alternadas, lanceoladas e com nervura bem marcada. As suas inflorescências são muito caracteristícas, dobradas, em forma de crista, com uma textura suave e com várias cores desde o amarelo, rosa, laranja, até ao vermelho escuro. As suas flores depois de colhidas mantêm a sua cor por um longo período.

Sementeira: Em local protegido na Primavera ou em estufa ou estufim no final do Inverno ou início da Primavera.

Transplantação: Quando opurtuno e antes do início da floração.

Luz: Exposição ao sol durante meio dia ou mais.

Solos: As Celosias preferem solos ricos em húmus, bem drenados, frescos, neutros. Quando os terrenos não têm uma boa drenagem, os caules e as raízes, apodrecem facilmente.

Temperatura: Não tolera temperaturas baixas. Prefere climas temperados a temperado-quente.

Rega: Abundante a cada 2-3 dias ou quando o terreno estiver seco. O ideal é manter o solo e o ambiente um pouco úmidos.

Adubação: Regular no período de floração com adubo indicado para plantas de flor.

Floração: Fim de Primavera / Verão até início do Outono. A floração inicia-se 10 o 12 semanas depois da sementeira.

Crescimento: Rápido

Pragas e doenças: Ácaros, oídeo, podridão radicular..

Multiplicação: Por semente.

Utilização: Canteiros, bordaduras e maciços ou em composição com outras flores, vasos, para corte e para ramos secos.

Dicas: Colher as flores secas para prolongar a floração. Despontar as plantas jovens para promover os rebentos laterais, logo, um maior número de flores.

   

Autor: André M. P. Vasconcelos (Engenheiro Agrónomo)

 

 

 

A Crista-de-Galo é uma planta herbácea anual, que atinge de 30–80 cm de altura, com caule ereto, suculento e não ramificado. Suas folhas são verdes ou vermelho-bronzeadas com inflorescências terminais, espessas e achatadas, aveludadas, em forma de crista de galo, nas cores vermelha, esbranquiçada, rósea ou creme amarelada. Cultivada em conjuntos e renques em beira de muros e paredes, a pleno sol, em canteiros ricos em composto orgânico, de boa drenagem e irrigados a intervalos. Desenvolve-se a pleno sol e prefere o calor ao frio intenso.

 

 

 

Crista de Galo Plumosa

 

 

Nome científico: Celosia argenta ou L. Amaranthaceae

Também conhecida por: Celósia plumosa ou suspiro

Semear: Fevereiro a Abril

Floresce: Junho a Setembro

Germina: 7-15 dias

Altura. 15-20 cm (40 max)

Prefere o sol pleno

Anual

Originária: Índia ; África

Indicada: para ornamentação de jardins com pedras, canteiros e vasos

Não gosta de umidade

Multiplica-se por semente

Evitar posições úmidas e acumulações de água

Assegurar adubo semanal

As folhas e flores são comestíveis

São excelentes secas: cortar as cabeças antes de criar semente, tirar as folhas e secar de cabeça para baixo.

 

 

Crista de galo disponível no Berçário:

 

 

 

crista de galo no berçário-matriz:

 

 

 

FONTES:

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Celosia_cristata_Blanco_detail.png

 http://www.loja.jardicentro.pt/product_info.php?products_id=156

 http://www.viveirozimmer.com.br/variedades/ff_crista_galo.html

 http://maosaterra.blogspot.com/2008/05/crista-de-galo-plumoso.html

http://www.greenpatchseeds.com.au/images/IMG_0357_JPG.gif

http://picasaweb.google.com/jacintocostapatricia/LakeInleMyanmar/photo#5132712959280980386

 


Escrito por Berçário de Plantas às 08h44
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NESPEREIRA 26/07/2008

FRUTÍFERA: Nespereira

 

A nêspera (Eriobotrya japonica Lindl.), fruta tipo pomo como a maçã, pêra e marmelo, pertencente à família Rosaceae, sendo amplamente distribuída nas regiões subtropical do globo. A sua exploração racional, com real importância econômica, limita-se a alguns países, como Japão, Espanha, Israel e Brasil. Sua origem é asiática, com referência a Japão, China e Índia.  Sem desbaste, é uma fruta pequena, de cor amarela e casca aveludada, de modo errôneo chamada popularmente de ameixa-amarela ou ameixa-japonesa. É uma fruta rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. A nêspera é consumida ao natural ou em salada de frutas e também se presta à produção de excelente compota, atividade essa ainda bem pouco explorada.

No Estado de São Paulo, iniciou-se o cultivo econômico na década de 40, com interesse crescente entre os fruticultores, chegando à cerca de 200 mil plantas em 1985, principalmente nas regiões produtoras de Mogi das Cruzes e Atibaia.

http://www.iac.sp.gov.br/Tecnologias/Nespera/Nespera.htm

As frutas da nespereira são ovais, com 3 a 5 cm, com uma casca aveludada e macia de cor amarelo-alaranjada, às vezes rosada. A polpa é suculenta e doce ou ácida, dependendo da variedade e maturação da fruta. Cada fruta contém de 3 a 5 sementes castanhas, que ocupam cerca de metade do seu volume.

A nêspera é consumida ao natural ou em salada de frutas e também se presta à produção de excelentes compotas, actividade essa ainda pouco explorada.

Trata-se de uma fruta rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. Destaca-se também pelo seu conteúdo em fibra, essencialmente pectina, em taninos, conhecidos pela sua acção adstringente e em numerosas substâncias aromáticas, como os ácidos orgânicos.

http://www.observatorioagricola.pt/item.asp?id_item=105

 

Mapas da Agricultura Paulista

Distribuição da Cultura da Nêspera

 

http://www.cati.sp.gov.br/novacati/servicos/mapa/culturas/nespera.htm

 

O município de Mogi das Cruzes é um dos maiores produtores frutas do Brasil, sendo considerado a "Capital do Caqui e da Nêspera".

Esta frutífera foi encontrada em 27 municípios do Estado de São Paulo, com 147 plantas cultivadas em 381 ha, sendo Mogi das Cruzes o principal nicho de cultivo, com 66 mil plantas em 204 ha. O período de safra é bastante extenso, de abril a outubro.

http://www.smdes.pmmc.com.br/frutas.htm

 

NOTÍCIAS - ESPECIAIS
Doce desconhecida
A nêspera é uma fruta com potencial para se tornar artigo de exportação no Brasil. Mas você já ouviu falar dela?

Por Viviane Aguiar

Ela chegou na bagagem de Martins Afonso de Souza, em meados de 1500, ao lado do pêssego, da ameixa e da maçã. No entanto, ao contrário dessas conhecidas frutas, a nêspera permanece no anonimato para boa parte do país. Para se ter uma idéia, somente na década de 60 do século passado, é que um pesquisador brasileiro viajou até o Japão, o local de origem dessa frutinha, para trazer novas espécies e possibilitar o melhoramento genético das produções nacionais.

Com Mário Ojima, o primeiro desbravador da nêspera, deu-se início a um estudo no Instituto Agronônomico (IAC), que completa neste ano seu 55º aniversário. "Há mais de meio século fazemos testes e criamos espécies novas e melhores da nêspera", diz Rafael Pio e Edvan Chagas, os pesquisadores científicos que dão continuidade ao projeto no Instituto. Segundo eles, a aparência ácida da fruta e o alto preço com que chega ao mercado contribuem para que ela permaneça longe do ranking das mais consumidas no Brasil.

Doce e erroneamente conhecida como ameixa japonesa ou amarela, a nêspera tem um sabor inconfundível, apesar de apresentar a textura semelhante a do pêssego e o formato similar ao da pêra. "O sabor dela é único, aquoso e agradável", opina Rafael. Além de saborosa, ela é rica em vitamina C e em água - e por isso mesmo, considerada "fruta d´água" pelos japoneses. Com uma polpa alaranjada ou branca, a nêspera chega a ter de três a cinco sementes, é produzida em cachos que comportam de 10 a 15 frutos e tem entre os meses de maio e outubro, uma época nada usual para a maioria das frutas, seu período de safra.

Muito cultivada na região de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, - que, diga-se, é responsável por 70% da produção de todo o país - a nêspera encontra no clima brasileiro seu melhor terroir. "Ela é uma fruta de clima tropical e não tolera solos encharcados. Por isso, poderia ser cultivada, e muito bem, no Nordeste", alerta o pesquisador. Mais que ajudar a economia nordestina, a nêspera pode ser uma alternativa para entressafras de

outras plantações. "Seu tempo de cultivo é uma época de pouca produção e, por isso, pode servir como diversificação de propriedades frutíferas", diz Rafael, que também alude ao fato de que a discreta frutinha costuma se dar bem em plantios orgânicos, já que requer poucos aditivos químicos para se estabelecer.

Na economia e na cozinha
Vinda de poucas plantações, a nêspera chega ao mercado de cidades como São Paulo em bandejas com mais ou menos nove unidades, que custam em média R$ 7,60 - um valor alto para uma fruta que poderia ser bem mais comum em todas as partes do Brasil. Por ter apenas um mês de vida, é importante observar bem sua superfície e confiar no vendedor antes de comprá-la. "Nunca se deve apertar a fruta, mas é legal ver se ela está em câmara fria com temperatura de 4°C, e se não tem manchas. Também deve-se perguntar a quem está vendendo quando ela chegou", explica Rafael. Quanto menor for o tempo em que ela está exposta, mais intenso e doce será o seu sabor.

Das prateleiras, ela vai para a cozinha de alguns chefs, como é o caso de Renata Buosi, consultora gastronômica de festas e eventos da capital paulista. Tradicionalmente, a fruta é usada para fazer doces em compota ou geléias, já que se presta muito bem a isso. Mas existem inúmeras outras funções culinárias, ainda sendo descobertas por chefs como Renata. "Gosto de usar a nêspera em saladas com folhas, bem cortadinha, mas ela também fica ótima em molhos", diz ela. Fazer um coulis de nêspera para derramar sobre sorvetes ou carnes é uma pedida ideal para combinar o gosto doce e ao mesmo tempo ácido da iguaria. Na hora de conservar a frutinha, Renata ensina, é preciso ensacá-la, sem lavar, e deixá-la na geladeira. Veja a receita que a chef criou com a nêspera especialmente para o Guia da Semana.

 

Aposte na NÊSPERA!

Molho de nêsperas para peixe
Por Renata Buosi
Use com: salmão, linguado ou o peixe de sua preferência

Ingredientes:
8 nêsperas sem caroço
1 copo de vinho branco
Manteiga
Açúcar a gosto

Modo de fazer:
Em uma panela, derreta a manteiga, acrescente as nêsperas em cubinhos e deixe aquecer. Adicione o açúcar e o vinho branco. Deixe reduzir por 3 ou 4 minutos. Sirva sobre o peixe assado ou cozido.



Mais informações:

Instituto Agronômico
Centro de Fruticultura / IAC
Melhoramento Genético e Cultural da Nêspera
Av. Luis Pereira dos Santos, 1500, Corrupira - Jundiaí / SP
Fone: (11) 4582-7284
www.iac.sp.gov.br
frutas@iac.sp.gov.br

Renata Buosi
Consultoria Gastronômica - Buffet para festas e eventos
Rua Quatá, 411, Vila Olímpia - São Paulo
Fone: (11) 3045-1581
www.renatabuosi.com.br

 

http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?ID=2&cd_news=20363

 

 

Receita:  geléia de nêsperas

 

1 kg de nêsperas

1/2 kg de açúcar

1 xícara de água

 

Corte as pontas da fruta e tire o caroço, deixar a casca.

Junte a água e coloque para ferver em uma panela grande ( que ferva sem derramar).

Quando estiver desmanchando (+/- 20 a 30 minutos) passar por uma peneira (eu usei o escorredor de macarrão).

Juntar o açúcar, dissolver bem e levar para o fogo. Se quiser pode juntar 1 colher de suco de limão. Cozinhar até que solte do fundo da panela.

Guardar em vidro de geléia. Serve para recheio de bolos e doces e para passar no pão.

 

http://manacozinha.blogspot.com/2007/10/gelia-de-nsperas.html

 



Escrito por Berçário de Plantas às 08h43
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BEGÔNIA 24/07/2008

ORNAMENTAL: Begônia

 

 Reúne muitas variedades, com folhagens muito bonitas. Existem vários sites dedicados ao cultivo desta ornamental. Destacamos aqui alguns deles pelas belas fotos de muitas espécies de begônia que apresentam:

 http://www.floralworld.ru/encyclopedia/plants/Begonia_decoratively_deciduous_2.html

 http://www.merseywebdesign.co.uk/clients/begonias/begonias_2007.htm

 

América Begonia Society:

http://www.begonias.org/index.htm   e    http://www.begonias.org/greenhouse/index.htm

 

A begônia é um gênero enorme, que contém milhares das centenas espécies.

 DESCRIÇÃO GERAL DAS BEGÔNIAS:

 Uma flor muito boa para ser colocada em vasos num terraço ou no jardim, mas necessitando de troca anual é a Begônia. Para vasos usa-se a Begônia sarmentosa, Begônia de folha e Begônia olmo ou prateada. Para canteiros anuais usa-se a Begônia semperflorens plantadas em canteiros, com época ideal para plantio no mês de abril.

As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim!!!!!!

Autora: Maria Cecília de Medeiros Prado

 

  

 

Família: Begoniáceas

 Origem: Planta nativa de zonas tropicais e subtropicais úmidas como a Ásia do Sudeste, a América do Sul e certas regiões da Índia.

Descrição: O tipo begonia agrupa mais de 2.000 espécies e variedades que têm cada uma a sua originalidade. Algumas são interessantes por suas flores, outras por suas folhas. Algumas begonias reúnem os dois atrativos. Compreendem igualmente minúsculas plantas a robustas espécies que atingem uma altura de 3 metros, contudo todas apresentam folhas assimétricas e alternadas e as novas folhas nascem de estípulas. Podem viver de longos anos, mas algumas variedades recomenda-se renová-las por estacas.

             

Temos disponíveis no Berçário três variedades de begônia: a begônia-preta, a metálica e a hirtella:

  Begônia-preta

Begonia ‘Bow-arriola’
Família das begoniáceas
Origem: América do Norte, México
Porte: herbácea rizomatosa de até 30 centímetros.
Flores: insignificantes
Propagação: por divisão de rizomas

  

 

 

Begônia Metálica (Begonia aconitifolia)

Nativa do Brasil. Quando plantada no chão cresce atingindo 3 metros de altura.  

 

 

 Begônia hirtella

Originária do Havaí, lá é considerada uma erva daninha . Também encontrada na Malasia Peninsular, Índias Ocidentais, Brasil e Peru.

No Brasil está ameaçada de extinção: 

Família:   BEGONIACEAE

Nome Científico: Begonia hirtella Link.

Nome Popular: Begônia.

Status: VU

Habitat: Floresta atlântica e restinga

Ocorrência: Parque Nacional da Tijuca, Serra do Mendanha, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes

http://www.rio.rj.gov.br/smac/esp_est_flo_1_2.php?cod=6

 tb está na lista de espécies em perigo de extinção no site:

http://www.biodiversitas.org.br/listasmg/ES-especies-ameacadas.pdf.

 

 

MAIS FONTES:

http://bbel.uol.com.br/noticia_exibe.aspx?pk=330

http://www.jardins-interieurs.com/v3/plante.php?id_plante=23

http://www.plantkingdom.com/KingdomNew/begonia.htm

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/begonia

http://www.flickr.com/photos/kanakoa/389239522/in/set-72057594052120980/

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0211e.htm

http://begoniaceae.livejournal.com/

http://www.hear.org/starr/hiplants/images/thumbnails/html/begonia_hirtella.htm



Escrito por Berçário de Plantas às 08h42
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CANELEIRA 21/07/2008

FRUTÍFERA: Caneleira

 

 A caneleira (Cinnamomum zeylanicum, sinônimo C. verum) é uma árvore com aproximadamente 10-15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae. É nativa do Sri Lanka, no sul da Ásia. As folhas possuem um formato oval-longo com 7-18 cm de comprimento. As flores, que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. A fruta, arroxeada com aproximadamente 1 centímetro, produz uma única semente.

A canela é a especiaria obtida da parte interna da casca do tronco. É muito utilizada na culinária como condimento e aromatizante, sendo usada na preparação de certos tipos de chocolate e licores. Na medicina, empregada como os óleos destilados, é conhecida por 'curar' resfriados. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamoaldeído.

Canela em pau

A melhor canela vem do Sri Lanka, porém há cultivos da planta em Tellicherry em Java, Sumatra, Caraíbas, Brasil, Vietname, Madagascar, e Egipto. A canela do Sri Lanka possui qualidade fina e tronco macio, com cor marrom amarelado, forte fragrância, gosto levemente adocicado, quente e agradável paladar aromático. Seu paladar é devido a um óleo aromático que contém cerca de 0,5 a 1% de perfume. Esse óleo essencial, como artigo comercial, é preparado retirando-se parte da casca do tronco, macerando-o em água do mar e rapidamente destilado. Possui uma coloração amarelo-dourada, com peculiar aroma de canela e paladar quente aromático. Consiste essencialmente de aldeído cinâmico e a absorção do oxigênio com o passar do tempo o deixa mais escuro, desenvolvendo um composto em resina.

História da especiaria

A canela é conhecida desde a antiguidade e foi tão valorizada que era considerada um item a ser presenteado a monarcas e outros dignitários.

É mencionada em Êxodo 30:23, quando Moisés ordenou o uso da canela doce/salgada (qinnamôn) e cássia, e nos Provébios 7:17-18, quando o leito nupcial é perfumado com mirra, aloe vera e canela. Também se encontra mencionada por Heródoto e outros escritores clássicos.

No início do século XVI era trazida por comerciantes portugueses diretamente do Ceilão (atual Sri Lanka, no sul da Ásia), chegando um quilo a valer dez gramas de ouro. O comércio português no Oriente foi perdido progressivamente para a Companhia das Índias Orientais, holandesa, que se assenhoreou dos entrepostos portugueses na região a partir de 1638. As margens da ilha estão repletas dessa planta, relatou um capitão holandês, e é a melhor de todo o oriente: quando uma pessoa está no litoral, pode-se sentir o aroma a oito léguas de distância.

Comparação com a cássia

Sendo uma especiaria muito mais cara do que a cássia, nativa da China e de Mianmar, normalmente a substitui. A casca do tronco de ambas as especiarias é facilmente distinguível, e suas características microscópicas também. Quando moídas e tratadas com tintura de iodine (teste para verificar o amido), um pequeno efeito pode ser visto na canela pura de boa qualidade enquanto que a cássia apresenta uma coloração azul escura.

Na Medicina

Estudos da Associação de Medicamentos dos Estados Unidos (USDA) indicam que o uso de canela na quantidade de uma colher de chá diariamente reduz significantemente o açúcar no sangue e melhora a taxa de colesterol (LDL e triglicerídeos). Os efeitos, que podem ser conseguidos também ao utilizar canela em chás, beneficiam também diabéticos. Não se sabe ao certo se o consumo de canela é efetiva no combate à hipertensão arterial. Há três estudos em andamento monitorando a questão do efeito na pressão sangüínea.

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Laurales
Família: Lauraceae
Género: Cinnamomum
Espécie: C. zeylanicum

Nomenclatura binomial
Cinnamomum zeylanicum
J.Presl

Ela é conhecida entre os chineses há mais de 25OO ANOS.

 

Uso medicinal

O óleo de canela é considerado pelos aromaterapeutas um óleo "quente" e muito aromático. Utilizado nas massagens, tonifica o corpo, é anti-séptico, anti-espasmódico, facilita a circulação sangüínea e é estimulante sexual.

Os antigos judeus curavam febres e gota misturando a canela com vinho de tâmaras, mas foi na China e em outros países asiáticos que ela começou a ser usada como condimento e acabou se tornando uma planta medicinal.

Útil na fadiga e depressão, também é um tônico para os sistemas respiratório e digestivo, em forma de chá, especialmente nas tosses, resfriados, gripes, dores de estômago e diarréia. Utilizado em difusores, evita que o vírus da gripe se espalhe pelo ar. Como afrodisíaco, atua em casos de impotência.

O incenso de canela é usado como um purificador de ambientes, é um poderoso calmante e também sintoniza bons fluidos financeiros, sendo seu odor reputado como "chamariz" para atrair clientes a negócios.

 

Com o nome de canela conhecem-se no comércio diferentes tipos de cascas que se empregam como condimento e se obtêm de diversos arbustos pertencentes à família das Lauráceas. A espécie melhor e mais utilizada é o Cinnamomum Ceylandicum, procedente do Ceilão, onde é abundantemente cultivado. Também é explorada noutros países, como Java, Sumatra e América do Sul.

Das cascas dos ramos novos obtêm-se os delicados cilindros, pardo-avermelhados, utilizados no comércio. Caracterizam-se por um sabor fortemente aromático, algo picante e ao mesmo tempo doce.

Composição

Um óleo essencial que atinge proporções de 0,5 a 4%.

Também contém uma suave resina aromática, um corante que tem ferro e gomas.

Aplicações Médicas

A canela tem uma ação reguladora do apetite, fortalece o estômago, é estimulante e adstringente. Tem sido um remédio tradicional para a debilidade do estômago e do sistema digestivo em geral, especialmente nos casos de gastrite subácida, caracterizada pela escassa produção de suco gástrico, e na diarréia. Nas farmácias costuma-se preparar a «água de canela», a tintura de canela, o xarope e o óleo de canela. Infelizmente, estes preparados costumam empregar-se apenas para corrigir o sabor de outras receitas médicas, embora tenham certas propriedades muito aproveitáveis por si mesmas. A que se emprega mais freqüentemente é a tintura de canela, tomando-se uma colher de sopa, cheia, três vezes por dia. É muito recomendável na debilidade nervosa do estômago, na flatulência e nas gastrointerites.

Emprego Culinário

Empregam-se tanto os «paus» inteiros como em pó, que deve ser o mais fino possível. Por causa da sua marcada ação adstringente, deve empregar-se o pó de canela com bastante parcimônia. Em pequenas quantidades regula a secreção salivar e a atividade das glândulas. É uma especiaria muito indicada para a preparação de pratos em cuja composição entre o arroz, as farinhas e o leite coalhado, assim como na pastelaria.

A caneleira (Cinnamomum zeylanicum, família das lauráceas) é uma árvore tropical que mede, em adulta, entre 10 a 15 metros de altura. À semelhança de inúmeras árvores de cultivo, a caneleira, plantada em “jardim de canela”, é reduzida a um quarto do seu tamanho normal, a fim de permitir uma exploração mais fácil. Passada a estação das chuvas, a madeira fica impregnada de água e de sucos. Depois de raspada a casca exterior, destaca-se a segunda casca da árvore, que é cortada em pedaços de igual comprimento. Secos ao sol, enrolam-se sobre si próprios em pequenos canais dourados – daí o nome de “canela” – que são encaixados uns nos outros e postos à venda.

 

Existem diferentes tipos de canela, e cada um é apreciado por grupos de consumidores diferentes. A canela de Ceilão, muito aromática, suave, um pouco adocicada, que se desfaz em pequenas lascas entre os dedos, é a única conhecida em França. A canela da China, ou “cássia”, de casca mais espessa e rugosa, que exala um cheiro mais aberto, menos adocicado, com uma nota adstringente, é a que se consome na Alemanha, na Rússia e nos Estados Unidos.

Os Antigos consideravam a canela a primeira das especiarias e tinham-na elevado ao lugar de oferta real, a par da mirra, do ouro e do incenso. Actualmente, o consumo mundial está avaliado em 35 000 toneladas, e a cássia representa 90% do volume total de canela consumida no mundo.

A canela é uma especiaria muito aromática que é preciso utilizar com parcimônia, tanto em paus – que se deitam fora depois de usados – como em pó. A canela perfuma preparados com açúcar e bebidas e bebidas quentes mas também preparados salgados: carnes guisadas, tajines e caris. Os cozinheiros classificam-na na categoria das especiarias ditas doces.

O calor e a força do seu aroma justificam que sempre a tenham considerado um afrodisíaco. Talvez por isso, existe na China uma lenda que conta como a deusa das caneleiras, apaixonada por um jovem filósofo, utilizou a canela como filtro de amor.

 FONTES: 

http://botit.botany.wisc.edu/courses/img/bot/401/Magnoliophyta/Magnoliopsida/Magnoliidae/Lauraceae/Cinnamomum%20zeylanicum/

 http://www.toptropicals.com/cgi-bin/garden_catalog/cat.cgi?number=5&find=Lauraceae&imagesonly=1

 http://br.geocities.com/labinfoeducativa/caneladaindia.htm

 www.todos-os-sentidos.com.br

 www.geocities.com

 www.proformar.org

 pt.wikipedia.org



Escrito por Berçário de Plantas às 08h40
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ORNAMENTAL: Peperômia 19/07/2008

ORNAMENTAL: Peperômia

Se você está procurando uma planta de pouco crescimento e fácil manutenção para sua casa ou escritório, a Peperomia é a planta para você: não exige muitos cuidados e a maioria das espécies cresce lentamente, não precisando de troca de recipiente ou constantes podas.A necessidade de umidade é média, não exige muitas regas; a luz de janela é suficiente e são resistentes a doenças e pragas. Ótimas para pessoas muito ocupadas ou distraídas!São plantas herbáceas originárias da América do Sul. Reclassificadas na família das Peperomiaceae. Inicialmente foram agrupadas na família do Piperaceae ou de pimenta. Peperomia” é derivado das palavras gregas o “peperi” e os “homoios”, que referiram sua semelhança à planta da pimenta verdadeira. As inflorescências da Peperomia lembram as caudas do rato.

 PLANTAS DE MUITAS VARIEDADES

Três grupos: 

Espécies eretas: ostentam as folhas grossas e crescimento vertical.

Espécies em rosette: folhas dispostas como nas violetas africanas.

Espécies de arrasto: com hastes que lembram as videiras. Ideais para vasos suspensos.

 

Espécies novas da Peperomia estão sendo introduzidas constantemente no mercado, que caracterizam plantas com formas de folha, texturas e diversidades interessantes.Algumas espécies:

  Espécies Eretas

 Clusiifolia da Peperomia (Peperômia da borda vermelha)

  Clusiifolia “Jellie” da Peperomia

  Metallica do Peperomia

  Obtusifolia da Peperomia (Planta de borracha do bebê)

  Obtusifolia “verde & ouro” da Peperomia

  Obtusifolia “EUA” da Peperomia

  Peltifolia da Peperomia

 Espécies em RosetteNo berçário-matriz obtemos as mudas a partir das folhas da peperômia-melancia:

 

 Argyreia da Peperomia (Peperômia melancia)

  Caperata da Peperomia (Peperômia esmeralda ondulada)

  Caperata da Peperomia (Peperônia vermelha com folhas onduladas)

  Caperata da Peperomia (peperômia variedade mesclada ondulada)

  Griseoargentea da Peperomia (Peperomia da folha de hera)

 Espécies de Arrasto

 

 Roundifolia da Peperomia (Teclas do rastejamento)

  Scandens da Peperomia (Peperomia do Cupido)

  DICAS DE CULTURA

 LUZ - Exigem luz solar filtrada. A Peperômia não gosta da luz solar direta porque as cores de suas folhas ficarão descoradas. As variedades verdes são mais tolerantes.

As espécies eretas que crescem em mesas de escritório onde a luz brilhante está faltando têm seu crescimento estagnado devido à luminosidade insuficiente.

As variedades claras da Peperômia (cultivares) reverterão e ficarão toda verde quando há uma insuficiência de  luz.

 ÁGUA - A planta nunca deve ficar com as raízes mergulhadas na água, especialmente as espécies tipo rosette, que apodrecem na coroa (parte central). Devido a estas razões, Peperômias não são muito apropriadas para o crescimento ao ar livre nos trópicos devido às circunstâncias de períodos prolongados de chuva.

 PROPAGAÇÃO -

Espécies ereta e de arrasto:

As plantas destes grupos podem facilmente ser propagadas através de corte da haste. A haste pode enraizar em um vidro com água antes do plantio no recipiente definitivo. O corte geralmente formará a raiz num tempo de aproximadamente uma quinzena.

Espécie Rosette

As espécies do tipo Rosette são propagadas geralmente através dos cortes da folha: tome uma folha com um pouco de haste unida a ela. Cubra a haste da folha com uma pequena quantidade de terra, e mantenha a folha deitada na terra: as plantas novas partirão da base das folhas.

 

 

 

PEPERÔMIA-MELANCIA (Peperomia sandersii (ou argyeria))

...e é esta a espécie de peperômia disponível no Berçário de Plantas para os aniversariantes. Estamos cultivando a peperômia-melancia:

 

Descrição: herbácea levemente suculenta, de uns 20 centímetros de altura, caule muito curto mas com longos pecíolos de tom vermelho-escuro; folhas escuras, peltadas, pontudas e algo côncavas, cada uma delas com até 10 centímetros no diâmetro maior, cor verde-azulada de tom escuro, listras prateadas que se irradiam de um ponto central elevado. Flores miúdas em longas espigas esbranquiçadas, mas a planta é cultivada sobretudo pelo valor ornamental das folhas.

Ambiente e uso decorativo: planta típica de interiores, para cultivo em vasos de mesa, jardineiras e arranjos internos.

Reprodução: melhor por estaquia de folhas, no período ativo de crescimento.

Luz: indireta, se possível o dia todo, embora possa tolerar algumas horas diárias de sol direto brando.
Rega: espaçada. Excesso pode causar podridão de raiz (fungo Phytophthora).
Solo: sem exigência particular.
Dados botânicos: família das Piperáceas. Origem: Brasil.

   FONTES:

http://www.greenculturesg.com/articles/may06/may06_peperomia.htm

http://www.msm.com.br/botanica/dicas.htm



Escrito por Berçário de Plantas às 08h37
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ACEROLA 15/07/2008

FRUTÍFERA: Aceroleira

 

             Popularmente conhecida como cereja-das-antilhas ou cereja-de-barbados. Seu nome científico é Malpighia glabra Linn. Pertence a família botânica Malpighiaceae. Sua origem é conhecida das Antilhas - América Central.

              Sua planta é um arbusto de até 3 m de altura. Tronco que se ramifica desde a base. Copa densa com folhas pequenas de coloração verde-escura e brilhante. Flores dispostas em cachos de coloração rósea a violeta esbranquiçada. Sua floração perdura o ano inteiro.

             Os frutos conservam-se apenas 3 dias após a colheita, daí a dificuldade da sua comercialização ao natural. A acerola pode ser utilizada na forma de refresco, suco, xarope, sorvete, balas, cápsulas de vitamina C pura, creme gelado, geléia, compota, bala, néctar e conserva.
             Frutificação durante todo o ano, de setembro a março principalmente; colheita manual diária ou em dias alternados.

O Brasil é o maior produtor, consumidor e exportador mundial da acerola

            O Nordeste brasileiro, no Pará e em algumas localidades do interior de São Paulo, já são muitos hectares com suas aceroleiras produzindo para suprir a demanda do mercado externo, em crescimento. Isto porque a acerola encaixa-se perfeitamente na tendência mundial, iniciada durante a década de 80, da procura por produtos naturalmente saudáveis.

             Além de ajudar na formação óssea do adolescente, é eficaz contra arteriosclerose, artrite e infecções na garganta, pois contém cálcio, carboidrato, fósforo, ferro e vitaminas A, B, C. A polpa da fruta guarda todas estas propriedades em suco que é um ótimo acompanhamento para refeições, uma vez que é digestivo e rico em fibras.

 

O fruto é riquíssimo em vitamina C e minerais

 

Composição

Ácido ascórbico (vitamina C), proteínas, pró-vitamina A, sucrose, ácido l-málico, ácido pantotênico, carboidratos, betacaroteno, dextrose, frutose, niacina, proteína, riboflavina, sais minerais (cálcio, ferro, fósforo, magnésio, potássio, sódio), tiamina e vitamina B6. Seu conteúdo em ácido ascórbico (vitamina C) é mais elevado do que em frutas como laranja, limão, abacaxi, caju, araçá, kiwi e morango e menor que o camu-camu (fruta da região amazônica).

 

Propriedades Medicinais

Adstringente, Antianêmica, Antidiarréica, Antiescorbútica, Antiinflamatória, Aperiente, Cicatrizante e Nutritiva.

 

Indicação

               Combate gripes e previne debilidade, irritabilidade, fadiga e perda de apetite. Indicada para diminuir a ocorrência de doenças infecciosas e de dores musculares e articulares.                  

                 Empregada contra hipovitaminose C, escorbuto, hemorragias nasais e gengivais, atua como adjuvante em tratamentos do fígado ou disenterias. Tem sido utilizada em tratamentos de afecções pulmonares em geral e, em particular, contra a tuberculose. Eficaz contra reumatismo e para acelerar processos de cicatrização de feridas. Fortalece o organismo como um todo e é eficiente no tratamento de anemia. Tem sido recomendada como ingrediente indispensável na dieta de lactentes, crianças e adolescentes, de gestantes e nutrizes e de pacientes desnutridos, convalescentes e em processo de desgaste físico. Evita o envelhecimento e osteoporose prematuros.

 

Colher a fruta e secar na sombra. Tomar 1 copo de chá durante vários dias por semana.

 

Parece com a pitanga. Mas a semente da pitanga é redonda e o gosto suave doce. O gosto da acerola é "azedinho". Se você deseja conhecer o gosto da vitamina C (ácido ascórbico), então coma uma acerola. A vitamina C pode ser comprada em casas de manipulação e seu excesso é eliminado pelo organismo na urina; o que não aconteçe com outras vitaminas. Ao consumir vitamina C não usar colher metálica pois reage; usar colher plástica ou de madeira. Não quer pegar gripe, então mantenha o organismo abastecido com vitamina C (veja dose recomendada; não abuse). Outras recomendações do uso da vitamina C consulte um especialista.

 CURIOSIDADES DA ACEROLA

. A Alemanha consome, anualmente, 40 litros per capita de sucos de acerola.

. É possível intercalar plantações de uvas com pés de acerolas.

. No Pará, na Bahia, em Pernambuco e São Paulo, já existem muitas plantações de acerola, intencionalmente, visando o mercado externo.

. A fruta era guardada a "chaves" em Porto Rico, até ser trazida às escondidas para o Brasil, em 1956, por uma professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

. A acerola é uma fruta que se encaixa perfeitamente na tendência mundial de consumir o que é natural e saudável.

. A descoberta das potencialidades medicinais da polpa da fruta mostrou que concentra aproximadamente 100 vezes mais vitamina C do que a laranja e o limão, 20 vezes mais que a goiaba e 10 vezes mais que o caju e a amora.

. Os pesquisadores confirmam: 4 unidades desta fruta por dia são o bastante para suprir as necessidades de vitamina C de um adulto saudável.

. Já se encontram à venda comprimidos de acerola.

  

LINDÍSSIMAS FOTOS DE ACEROLAS – VALE A PENA DAR UMA ESPIADA:

http://www.papayatreenursery.com/gallery/main.php?g2_itemId=972

 

FONTES:

http://www.crfg.org/pubs/ff/acerola.html

http://www.arara.fr/BBACEROLA.html

www.docemel.com.br

www.plantaservas.hpg.ig.com.br

www.pousadadascores.com.br

http://baixaki.ig.com.br/papel-de-parede/6443-acerola.htm



Escrito por Berçário de Plantas às 08h29
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PINGO DE OURO 11/07/2008

ORNAMENTAL: Orquídea Pingo de Ouro

 

                                      

 

 

http://chartingnature.com/orchidprint.cfm?print=6512

               Esta orquídea é muito comum em nossa região, vive com suas raízes fixas nos troncos das árvores. Não é parasita: é EPÍFITA, ou seja,

 

"Denominação para plantas que se desenvolvem sobre outras plantas. A planta epífita emite raízes superficiais que se espalham pela casca e absorvem a matéria orgânica em decomposição disponível, no entanto em muitos casos suas raízes podem ser atrofiadas ou ausentes, de modo que o epífito utiliza seu hospedeiro apenas como suporte. Não há relação de parasitismo de epífitas com seus hospedeiros, ou seja, a presença de epífitas não prejudica a árvore ou arbusto onde elas vegetam. Ex.: Orquídea."

...quando criança costumava dizer que suas flores eram pequenas fadas, pois suas pétalas lembram as asas e um lindo vestido de uma fadinha:

http://fotoblog.sercomtel.com.br/sebastiaobasso/default.asp?idfoto=helodmjfvqmlxhvpv

   

http://www.orkideas.com.br/especies/oncidiuns/varicosum_rogersii_i.html

 ORQUÍDEAS:

 Designação comum às plantas e flores da família das orquidáceas, impropriamente considerada parasita.
 O Brasil é conhecido no cenário internacional como um dos países com flora e fauna mais exuberantes e diversificadas.
 No país, existem cerca de 3.500 espécies de plantas da família Orquidáceas - o que corresponde a 10% do número de espécies de orquídeas do mundo, além de uma quantidade incerta de espécies que ainda não foram catalogadas.
 Orquidáceas são plantas monocotiledôneas, da ordem das microspermas, estimada pela beleza exótica das flores).

 http://www.jureia.com.br/mostramateria.asp?idmateria=25

  

http://www.photografos.com.br/exibirfoto.asp?id=160456

  USAR TRADUTOR NESTE SITE, QUE TEM UMA LISTA DE ESPÉCIES (com fotos):

  Oncidium varicosum  

Orquídea chuva-de-ouro, oncídio

Família das orquidáceas

Origem: Brasil

Porte: epífita de até 80 cm

Flores: verão

Solo: troncos, fibra de xaxim

Propagação: por divisão de pseudobulbos

http://www.centrojardim.com.br/plantaseflores12.htm

 

http://www.aaorchids.com/shop/categories.asp?cID=30

 Oncidium é um gênero que contém aproximadamente 330 espécies de orquídeas da subfamília Epidendroideae, da família de orquídea (Orchidaceae). Este é um gênero complexo, difícil, com muitas espécies que estão sendo reclassificadas. As denominações são feitas dividindo este gênero em gêneros múltiplos.

Este gênero foi descrito primeiramente por Olof Swartz em 1800 com o altissimum de Oncidium da orquídea, que se transformou o tipo espécie. Seu nome é derivado da palavra grega “onkos”, significando a “inchação”. Isto refere o calo no bordo mais baixo.

A maioria de espécies no gênero de Oncidium são epífitas, embora alguns sejam terrestres. São difundidas no México do norte, nas Caraíbas, em algumas partes dea Flórida ao sul e na América do Sul. Ocorrem geralmente em áreas sazonais secas.

http://www.answers.com/topic/oncidium

 

 http://flickr.com/photos/analeticiacosta/1393723483/

 

FOTO DA PINGO DE OURO NO BERÇÁRIO-MATRIZ:



Escrito por Berçário de Plantas às 08h29
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GRUMIXAMA 04/07/2008

PLANTAS CULTIVADAS - GRUMIXAMA

 

                                     Uma das árvores frutíferas que mais temos distribuídos aos aniversariantes é a grumixameira, por ela ser típica de nossa região, de Mata Atlântica. Colocamos aqui algumas fotos e descrições tiradas de alguns sites:

 

Grumixama

Nome popular: grumixameira; grumixaba
Nome científico: Eugenia brasiliensis La m
Família botânica: Myrtaceae Origem: Brasil - Mata Pluvial Atlântica

Características da planta: Árvore de até 20 m de altura com tronco curto e copa de forma piramidal. Folhas duras, de coloração verde-escura. Flores brancas, pequenas, surgindo de setembro a novembro.

Fruto: Arredondados, achatados nas extremidades, com casca lisa, de coloração amarela ou roxo-escura, quase preta, manchados de vermelho na maturação. Polpa suculenta envolvendo 2 sementes esbranquiçadas Frutifica de novembro a janeiro.

Cultivo: Propaga-se por sementes e adapta-se bem em qualquer tipo de clima e solo, resistindo bem a geadas. Possui crescimento rápido.

NOTÍCIA DO BRASIL
Gabriel Soares de Sousa ( 1587)

A palavra grumixama, segundo o professor Pirajá da Silva, em comentário sobre a obra de Gabriel Soares de Sousa, é, provavelmente, proveniente de expressões de origem tupi que querem dizer: "aquilo que pega no comer" ou "fruto que aperta na boca" alusões à consistência viscosa desse fruto.

No entanto, o fruto da grumixama não é apenas viscoso e pegajoso: é adocicado e saboroso. Outros viajantes, em outras épocas, tais como Antoine de Saint Hilaire, Pizarro e Spix & Martius, também se encantaram com essa árvore e com o seu sabor.

Frutinha pequena, lisa e brilhante, de polpa bastante aquosa, a grumixama pode ser encontrada em três variedades: a vermelho-escura, a amarela e a roxa, sendo esta última bem mais doce e gostosa do que as primeiras. Também com esta variedade roxa, para a doceira Lúcia C. Santos, pode ser preparada uma bebida vinosa "tão boa quanto pouco conhecida".

Segundo Eurico Teixeira, a variedade vermelha, descrita em 1587, era comum apenas na região Norte do país, em especial no Estado do Pará. Em suas variedades amarela e roxa, podem ser encontradas espontaneamente em grande parte do Brasil, desde o sul da Bahia até Santa Catarina, especialmente na mata pluvial que margeia toda a costa atlântica.

Aliás, as Mirtáceas, família à qual também pertence a grumixama, são especialmente importantes em toda a Mata Atlântica, tanto na diversidade de espécies existentes como pelo grande número de exemplares ocorrentes. São plantas encontradas geralmente à sombra, mas que se adaptam bem ao sol. Uma de sua principais características é dada pela troca permanente da casca do tronco, quase sempre fina e delicada, e que, por esse motivo, tem uma bonita aparência mesclada de diferentes tonalidades de marrom.

A grumixameira é árvore muito ornamental. Suas folhas são duras e grandes, se comparadas ao tamanho de suas flores e frutos, e têm a superfície superior brilhosa. Sua copa, quando a árvore cresce isoladamente, possui uma forma piramidal e muito bonita.

Por tudo isso, e pela delícia de seus frutos - que atraem os homens, as aves, os insetos e outros animais em profusão - a grumixama é espécie que nunca falta nos pomares daqueles que são apaixonados pelas frutas brasileiras.

                                                  

O Brasil é um grande produtor mundial de frutas, especialmente as tropicais e subtropicais, devido às condições edafoclimáticas serem favoráveis ao cultivo de uma grande diversidade de espécies. Dentre estas, as Mirtáceas encontram-se há muito tempo cultivadas no País, com áreas comercias expressivas, como a Goiabeira (Psidium guayava L.), enquanto outras, como a a Jabuticabeira (Eugênia cauliflora DC) e a Grumixameira (Eugenia brasiliensis Lam.) apresentam cultivo restrito a pequenas áreas ou pomares domésticos, possivelmente pela falta de informações acerca destas frutas. Os frutos da Grumixameira são apreciados na forma in natura, licores e geléias, a madeira é utilizada em marcenaria e segundo Martin et al. (1987), como ornamental.

De acordo com Andersen & Andersen (1989), a grumixameira é nativa do Brasil, sendo mais encontrada no Sudeste. Espécie de clima subtropical, planta de porte médio, com ramos eretos a partir da base. As folhas são lustrosas, verde-escuro, coriáceas, de forma ovada-elíptica, medindo de 5 a 7,5 cm de comprimento e largura, segundo Benza (1993) de 5 a 17 cm. Andersen & Andersen (1989) citam que as flores são pequenas, de coloração branca e desabrocham quase ao mesmo surto, com floradas de novembro a fevereiro, nas condições da Flórida segundo Martin et al. (1987), estende-se de abril a maio. As flores podem ser solitárias ou em grupo (Benza, 1993). Os frutos, segundo Andersen & Andersen (1989) são bagas pequenas, medem de 3 a 5 cm de diâmetro, enquanto Benza (1993) cita que medem de 1.0 a 2.5 cm. Segundo Andersen & Andersen (1989) os frutos são redondo-achatados e conservam as quatro sépalas rígidas no seu ápice. A maturação tem início um mês após a floração, com coloração carmin e, finalmente preto. Possui duas ou mais sementes por fruto e polpa de sabor doce-acidulado. Observaram ainda variações no sabor e coloração da polpa, estendendo de vermelho-escura, rosada a branca, sugerindo seleção de plantas que apresentam tal variabilidade para serem utilizadas em futuros trabalhos de melhoramento genético.

Apesar da importância econômica da grande maioria das frutíferas, são poucos os estudos de comportamento e caracterização físico-química, principalmente, com esta espécie exótica não explorada comercialmente, mas que possui grande potencial agronômico.

 

 

 

FONTE:

http://come-se.blogspot.com/2007/11/grumixama.html

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/didaticos_e_tematicos/frutas_no_brasil/grumixama

http://www.ufpel.tche.br/sbfruti/anais_xvii_cbf/fisiologia/863.htm

 



Escrito por Berçário de Plantas às 08h27
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FLOR DA MEIA NOITE 26/06/2008

PLANTAS CULTIVADAS - FLOR DA MEIA NOITE

 

                                            A partir de hoje colocaremos aqui no blog algumas plantas que são cultivadas para presentear os aniversariantes. Detalhes técnicos, curiosidades, cuidados especiais.

                                            FLOR DA MEIA NOITE

Epiphyllum oxypetalum
Família: Cactaceae
Bela da Noite, Dama da Noite, Rainha da Noite. Em Iorubá é chamada de àlúkeresé.

Origem: América Central

 

                                                            

               Na Natureza, costumam habitar troncos de árvores do México e da América do Norte, onde foram desenvolvidos vários híbridos. Este catus especial cresce em florestas húmidas tropicais e tem grandes folhas; a flor é enorme, branca, e noturnal. A exótica planta é comum em torno de Veracruz, México, numa área costeira que limita o golfo de México. Nesta área, o tempo é extremamente úmido. A florada se estende durante toda a primavera e o verão. Perfeita para dentro ou fora de casa em uma varanda protegida do sol.

                            

                      Métodos da propagação: dividindo os rizomas, os tubérculos, os rebentos ou os bulbos; cortes da folha, cortes herbáceos da haste. Você pode plantar em terra comum com húmus. Aguar somente 3 vezes por semana. Deixar a planta na sombra com luz indireta. Sol direto só de manhã cedo.

                             

                             Aqui em casa, no berçário-matriz, temos vários exemplares, todos na cor branca. Muito comercializada pela internet, também aparece na cor vermelha. Esta aqui floresceu na noite de 02 de janeiro de 2008, abrindo 13 flores numa única noite, e ao amanhecer já estavam todas murchas... Pena que só dure um período tão curto, mas a beleza é um espetáculo inesquecível!

 

 

   

 

 

 

 

 

 

                Foram tantas as fotos tiradas durante a noite que foi difícil escolher entre elas quais aqui seriam publicadas...!!!

                          

 

FONTES:

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-71845389-mudas-da-flor-epiphyllum-oxypetalum-e-ric-rac-planta-semente-_JM

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-73683357-epiphyllum-oxypetalum-e-selenicereus-anthonyanus-mudas15cm-_JM

http://ensaiosbotanicos.blogspot.com/2006/12/dama-da-noite.html

http://www.ecology.org/ecophoto/articles/Epiphyllum.htm

http://davesgarden.com/guides/pf/showimage/28747/



Escrito por Berçário de Plantas às 08h22
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