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****** - PLANTAS CULTIVADAS - ****** CONTINUAÇÃO DO BERÇÁRIO DE PLANTAS!


ORNAMENTAL: CONFETE 07/11/2008

 

http://www.odla.nu/krukvaxter/images/bilder/hypoestes_phyllostachya.jpg

 

Nome popular: Confete
Nome científico: Hypoestes phyllostachya

 

Hipoestes
Pink Splash Selfit

 

 

 

Hipoestes
Red Splash Selfit

 

Hipoestes
Rose Splash Selfit

 

Hipoestes
White Splash Selfit

http://www.praiaflores.com.br/catalogo/plantas_verdes/h3.htm

 

Nome Científico: Hypoestes phyllostachya

Sinonímia: Hypoestes sanguinolenta

Nome Popular: Confete, face-sardenta

Família: Acanthaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Madagascar

Ciclo de Vida: Perene

De textura delicada e aspecto compacto, a face-sardenta é uma folhagem muito apreciada. As folhas são pequenas e, de acordo com a variedade podem apresentar cores diferentes, podendo ter pintas brancas, róseas ou vermelhas em um fundo verde ou verde-avermelhado.

É muito versátil no paisagismo, podendo assumir diversas funções como forração, maciços, canteiros além das diversas composições que podem ser feitas com outras espécies de plantas. O plantio em vasos também é bastante interessante. As flores roxas e discretas têm importância ornamental secundária.

Muito rústicas e de fácil cultivo, podem ser plantadas à meia-sombra ou pleno sol, em solo fértil, e enriquecido com matéria orgânica ou adubos químicos, com regas regulares. Não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estacas em qualquer época do ano.

 

http://www.jardineiro.net/br/banco/hypoestes_phyllostachya.php

 

http://www.sci.muni.cz/bot_zahr/fotografie/skleniky/tropicke%20rostliny/Hypoestes1.jpg

 

 

Família: Acanthaceae

Nome científico: hypoestes phyllostacchya

Nome comum: cara com sardas

 

ASPECTOS GERAIS:

Porte: Herbáceo

Grupo vegetal: Vascular com semente – Angiospérmica

Origem: Madagascar

Folhagem: persistente

Floração: verão – inverno

Frutificação: verão – inverno

Utilidades: ornamental

Condições de crescimento: plântula

Luminosidade: meia sombra

Observações: Sensível ao frio; Rega escassa no inverno; No verão, aplicar fertilizante líquido a cada 2-3 semanas;    Retirar as extremidades jovens para promover o hábito arbustivo.

 

http://www.centrobotanicofaial.org/file.php?idpla=192&lang=pt

 

 

   http://www.greenbeam.com/features/images/hypoestes.lg.jpeg

 http://www.aniana.lt/images/default/source/vazonai/h/tn_hypoestes_phyllostachya.jpg

 

Hypoestes phyllostachya – CONFETE

 

É cultivada exclusivamente por causa de sua folhagem verde-oliva escuro com pintas cor-de-rosa. É bom colocá-la onde possa desfrutar de muita luz. Sem isso, o colorido cor-de-rosa desbota e pode desaparecer. Produz flores insignificantes.

FAMÍLIA: Acanthaceae

LUZ: intensa, mas indireta

TEMPERATURA: 15-240C

CUIDADOS: fertilizante líquido quinzenalmente enquanto cresce

REGAS: moderadas para manter o composto úmido, menos no inverno, quando fica em semidormência

http://books.google.com/books?id=H15LvR9M27QC&pg=PT46&lpg=PT46&dq=Hypoestes+phyllostachya&source=web&ots=D71rYFATjZ&sig=ZlC4EyZ1Iiy3FA5vSjuO2_a_BI8&hl=pt-BR&sa=X&oi=book_result&resnum=9&ct=result

 

http://toptropicals.com/pics/garden/m1/raznozw/Hypoestes_phyllostachia080.jpg

 

 

Confete, Face-sardenta (Hypoestes phyllostachya) - planta perene da família das Acanthaceae , Angiospermae nativa de Madagascar. De textura delicada e aspecto compacto, a face-sardenta é uma folhagem muito apreciada. As folhas são pequenas e, de acordo com a variedade podem apresentar cores diferentes, podendo ter pintas brancas, róseas ou vermelhas em um fundo verde ou verde-avermelhado. É muito versátil no paisagismo, podendo assumir diversas funções como forração, maciços, canteiros além das diversas composições que podem ser feitas com outras espécies de plantas. O plantio em vasos também é bastante interessante. As flores roxas e discretas têm importância ornamental secundária.

http://www.floresecesta.com.br/Cineraria-Comigo-ninguem-pode-Costela-adao-Confete-Flor-borboleta.aspx

 

 

 

http://www.floralworld.ru/images/plants_click/Hypoestes_phyllostachya_pink%20cushion.jpg

 



Escrito por Berçário de Plantas às 13h36
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ORNAMENTAL: Dinheirinho 04/10/2008

 

 

 http://searchk.chat.ru/gallery/callisia%20repens.jpg

 

 

Nome Científico: Callisia repens

Sinonímia: Tradescantia minima, Hapalanthus repens, Spironema robbinsii

Nome Popular: Dinheiro-em-penca, dinheirinho, tostão, mosquitinho

Família: Commelinaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América Tropical

Ciclo de Vida: Perene

O dinheiro-em-penca é uma planta herbácea e rasteira, de pequeno porte, alcançando apenas 5 a 10 cm de altura. Ela apresenta folhagem densa e muito ornamental, formada por caule ramificado, filamentoso e comprido, de coloração arroxeada e numerosas folhas cerosas, delicadas, pequenas e verde-arroxeadas, com a página inferior roxa. As flores do dinheiro-em-penca são brancas e pequenas e de pouca importância ornamental.

O dinheiro-em-penca presta-se principalmente como forração. Sua textura fina e delicada é muito valorizada no paisagismo. Adapta-se em diversos estilos de jardins, e é especialmente indicado seu plantio entre as rochas, em locais úmidos. Também é apropriada para cestas suspensas e jardineiras, de forma que seus ramos pendentes podem ser melhor apreciados. Sua popularização é crescente e diz-se que traz sorte e dinheiro para a pessoa que ganhar um vaso com a muda da planta, de presente.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o frio, ventos fortes ou pisoteio. O cultivo sob sol pleno torna a planta excessivamente avermelhada e queima as folhas. Já sob sombra, ela perde o aspecto denso, crescendo com entrenós mais compridos. Aprecia adubações mensais na primavera e verão. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada ou estaquia.

http://www.jardineiro.net/br/banco/callisia_repens.php

 

 

 

 

http://www.suculentas.com.br/suculentasA/images/14_01%20-%20Callisia%20repens_JPG.jpg

 

 

Dinheiro-em-penca
Callisia repens

O nome sugestivo está relacionado ao crescimento rápido desta herbácea com folhas cerosas em forma de moeda. É freqüentemente usada em projetos de Feng Shui para atrair prosperidade. Utilizada como forração, à meia-sombra, forma volumosos canteiros e, em vasos, ganha aspecto pendente (foto).

http://revistacasaejardim.globo.com/EditoraGlobo/componentes/article/edg_article_print/1,3916,1677399-2194-1,00.html

 

 

 

 

http://www.odla.nu/krukvaxter/images/bilder/callisia_repens.jpg

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 11h36
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ORNAMENTAL: TORENIA 10/10/2008

 

   Torenia fournieri

http://aquiya.skr.jp/zukan/Torenia_fournieri_cv01.jpg

 A Torênia, também chamada de Amor Perfeito de Verão, pode ser plantada durante todo o ano, mas como se adapta muito bem a sol pleno, é especialmente indicada para os meses de calor. Ela pode ser cultivada em jardins, em canteiros e bordaduras. E como as plantas são bem compactas, também é indicada para cultivo em vasos. De ciclo anual, alcança entre 15 cm e 25 cm de altura. Sua floração é uniforme e a durabilidade das flores é excelente. As flores têm diâmetro entre 2 cm e 3 cm e a cor é sortida, com flores brancas, azuis, rosas e lilases. Exige regas regulares.

http://www.viveirozimmer.com.br/variedades/ff_torenia.html

 

http://oz.tranzfusion.net/pics/Garden%20Plants/Torenia%20fournieri%20%20-%20%20Wishbone%20Flower%20(Duchess%20dark%20blue)%201.jpg

 

Nome Científico: Torenia fournieri

Nome Popular: Torênia, Amor-perfeito-de-verão

Família: Scrophulariacae

Divisão: Angiospermae

Origem: Ásia Tropical

Ciclo de Vida: Anual

 

Atualmente estão disponíveis muitas variedades de torênias, com portes diferentes, assim como plantas mais densas e outras pendentes. Há ainda uma grande diversidade de outras cores além do azul, desde o branco, passando pelo rosa, amarelo, roxo, violeta até o vermelho. No paisagismo elas substituem perfeitamente os amores-perfeitos no verão, formando belos e densos maciços e bordaduras. Também podem ser plantadas em vasos e jardineiras, e as variedades pendentes ficam excelentes em cestas suspensas.

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo humoso, drenável e irrigado regularmente. É interessante que se faça ainda o beliscamento das pontas dos ramos, para estimular o adensamento da planta. Fertilizações semanais na primavera e verão são suficientes para um abundante florescimento. Aprecia as temperaturas amenas, florescendo melhor nas regiões serranas e no sul do país. Multiplica-se por sementes, postas a germinar do outono ao início da primavera, e mais raramente por estacas.

http://www.jardineiro.net/br/banco/torenia_fournieri.php

 

 

http://www.dkimages.com/discover/previews/807/20052515.JPG

 

 O gênero Torenia inclui cerca de 40 espécies de plantas perenes e anuais, da África e da Ásia. Foi nomeado por nada menos que o Pai da Taxonomia moderna, Carolus Linnaeus, para um comptemporâneo sueco clérigo, Olaf Toren. O termo específico para a espécie homenageia o botânico francês Pierre Fournier.

http://www.floridata.com/ref/T/tore_fou.cfm

 

 

http://mktf-618.blogspot.com/2007_12_01_archive.html

 

LUZ – REQUISITOS: sombra parcial

COR DA FLOR: azul, roxo, violeta, branco, amarelo

ALTURA: 8 a 12 polegadas

ESPAÇAMENTO: 6 a 8 polegadas

COMENTÁRIOS: baixa tolerância à seca

  http://www.ces.ncsu.edu/depts/hort/consumer/factsheets/annuals/torenia_fournieri.html

 

http://farm1.static.flickr.com/206/490523157_fcdfac71d8.jpg?v=0

 

http://flickr.com/photos/jayjayc/649640981/

  

http://www.odla.nu/krukvaxter/images/bilder/torenia_fournieri.jpg

 

http://forums2.gardenweb.com/forums/load/annuals/msg1018524312078.html

 

http://www.armitageimages.net/index.cfm?fuseaction=stock.detail&itemID=12394

 

                                                                                 TORENIAS NO BERÇÁRIO-MATRIZ:

                                                        

 

                                                                                                       MAIS FOTOS PUBLICADAS EM SITES:

 

http://takuji-s.at.webry.info/200608/article_18.html

 

http://www.pref.kyoto.jp/plant2/migoro/1707/170708/kadan/ka02.jpg

http://www.orlandosentinel.com/media/photo/2006-06/24085763.jpg

http://webgo.tw/wphoto/borisyao/20080607/080607_16.jpg

 

 http://farm1.static.flickr.com/135/328881095_6f5513ccbd.jpg?v=0

 

http://www.mobot.org/GARDENINGHELP/PLANTFINDER/plant.asp?code=A613

http://www.mobot.org/gardeninghelp/images/low/A613-0901020.jpg

http://blossomlikeaflower.blogspot.com/2007/11/sri-krishna.html

 

http://www.vastsverige.com/ImageVault/Images/conversionFormatType_Jpeg/compressionQuality_0/width_193/filename_Nat_dizJoCVhrbTksdh-.jpg/storage_Edited/scope_128/ImageVaultHandler.aspx

http://farm2.static.flickr.com/1408/965398956_fb577c35a9.jpg?v=0

http://www.mytho-fleurs.com/images/Fleurs_du_Vietnam/Torenia_fournieri.jpg

As torênias são floríferas herbáceas e anuais de verão. Da família Scrophulariaceae, elas são aparentadas com as dedaleiras e as bocas-de-leão. Seu porte é pequeno, atingindo cerca de 30 cm de altura. A ramagem é compacta e bastante ramificada, dando a planta um aspecto simétrico e arredondado. As folhas são glabras, verdes e opostas, com margens serrilhadas. As flores são abundantes, axilares e terminais. Elas são lindas, aveludadas, em forma de trompete, com corola azul e garganta branca-amarelada. A floração se extende pela primavera e verão.

 



Escrito por Berçário de Plantas às 08h55
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ORNAMENTAL: FITÔNIA 27/10/2008

 

http://i189.photobucket.com/albums/z71/Quinta_Esencia/VARIAS/VARIAS_1/VARIAS_2/fitonia.jpg

 

FITÔNIA (Fittonia verschaffeltii argyoreuna)
Descrição: herbácea perene que em seu habitat (floresta tropical úmida) é uma planta rasteira que se propaga pela emissão de raízes nos nós de seus caules prostrados. Folhas ovais de 1-2 ou 5-6 centímetros; o contraste da trama de veias com o verde escuro do limbo dá às folhas aparência de esmalte craquelé. Flores em espigas terminais, miúdas, amarela e protegidas por brácteas verdes; a poda sistemática das flores melhora o aspecto geral da planta.

Anbiente e uso decorativo: fácil de manter em terrário bem preparado, mas difícil em qualquer outro ambiente interior ou exterior fora do habitat; requer condições de calor e umidade constantes, incomuns nas moradias.

Reprodução: estaqui de caule, de preferência aos primeiros sinais da primavera; prefira apenas plantas jovens.

Luz: sempre indireta, categorias B e C.

Rega: mantenha úmido o solo e o ar, regime nº 1.

Solo: poroso, mistura nº 1 muito bem drenada.


Dados botânicos: família das Acantáceas. Origem, Peru, talvez também Brasil. Argyroneura significa "nervos de prata", mas outras variedades de F. verschaffeltii têm nervuras e veias em tons de rosa ou carmim.

FONTE: site Curso de Botânica Digital

 

     

http://plantayflor.blogspot.com/2008/07/fittonia-verschaffeltii-las-bonitas.html

 

Nome científico: Fitonia verschaffeltii
Nome popular: Planta-mosaico.
Família: Acanthaceae.
Origem: América do Sul, Peru.
Porte: de 10 à 15 cm de altura.
Flores: insignificantes.
Características: Herbácea perene e reptante, cultivada em vasos ou como forração de canteiros em locais à sombra. O solo deve ser rico em material orgânico, bem drenado e mantido úmido sem encharcamento. Existe a variedade de nervuras vermelhas e fundo verde mais escuro que a espécie da foto ao lado. Prefere clima quente e úmido e necessita de proteção contra ventos.
Propagação: Pelo enraizamento fácil da ramagem rasteira, em qualquer época do ano.
 

http://www.casaecia.arq.br/forracoes.htm

 

 

http://www.yoshiminouen.com/micro/8-fitonia-w.jpg

 

 Folhagem decorativa é de pequeno porte, própria para vasos ou canteiros sombrios.
Nativa do Peru, suas folhas são ovais, listradas de branco, havendo uma variedade cujas listras são cor-de-rosa
:

 

http://plantayflor.blogspot.com/2008/07/fittonia-verschaffeltii-las-bonitas.html

 

  FITONIA ROSA

http://www.viverosdonbosco.cl/produccion/interior/imagenes/550/Fitonia%20Roja.jpg

 

    FITONIA BRANCA

http://www.viverosdonbosco.cl/produccion/interior/imagenes/550/Fitonia%20Blanca.jpg

 

 DIVERSAS VARIEDADES:

 

http://www.gradinamea.ro/_files/Image/articole/5/fitonia.jpg

http://wfs8460.blogspot.com/2008/08/plants-for-health.html

 

  

http://www.praiaflores.com.br/catalogo/plantas_verdes/fg.htm

 

http://www.lacoctelera.com/myfiles/ventana/fitonia.jpg

 

 

 

 

http://www.superogrod.pl/encfoto_redakcja/Fitonia.jpg

 

http://plantayflor.blogspot.com/2008/07/fittonia-verschaffeltii-las-bonitas.html

 

 

http://plantayflor.blogspot.com/2008/07/fittonia-verschaffeltii-las-bonitas.html

 

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 19h16
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ORNAMENTAL: Dólar 27/09/2008

 

http://hflp.sdstate.edu/ho311/Indoor_images/Plectranthus-australis-close.JPG

 

 

Nome Científico: Plectranthus sp

Nome Popular: Hera-sueca

Família: Lamiaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Austrália e Ilhas Fiji

Ciclo de Vida: Perene

O nome da Hera-sueca pode ocasionar confusões, afinal ela não é uma hera, nem é nativa da Suécia. No entanto é uma planta encantadora e muito popular. Ela apresenta folhas ovais, glabras, brilhantes e com bordas denteadas. As cores variam de acordo com a espécie e a variedade, sendo totalmente verdes, arroxeadas ou com manchas brancas. As espécies mais comuns em cultivo são a P. coleoides, P. nummularius, P. australis, e P. verticillatus. Sua ramagem é densa e prostrada. As inflorescências terminais reúnem flores brancas e pequenas de pouca importância ornamental.

De acordo com as suas características são indicadas para vasos e jardineiras, como planta pendente além de servir também como forração, sempre à meia-sombra. Rústicas, devem ser cultivadas em terra de jardim misturada à terra vegetal e um pouco de areia. Requer regas regulares e tolera o frio do inverno. Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada.

http://www.jardineiro.net/br/banco/plectranthus_sp.php

 

 

 

http://www.hear.org/starr/hiplants/images/600max/html/starr_011026_9002_plectranthus_verticillatus.htm

 

 

Dollar
Plectranthus Nummuralis

Ambiente- prefere cultivo a meia sombra
Temperatura- tropical
Folhas- espessas, coriaceas, brilhantes, denteadas
Solo- fertil
Exigência- manter solo úmido
Cuidados- podas de estética
Manutenção- fácil
Altura - 15 a 20 cm, mas pendente cresce bastante
Diâmetro - variável
Flor - inflorescências terminais eretas e curtas com flores brancas
Origem- Austrália e ilhas do Pacífico
Observações - Ideal para compor cortinas em cascatas, se deixada crescer pendente, ou mesmo em cachepôs ou beirais de janelas.

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071107123601AAT7Am8

 

 

 

 

 http://www.flickr.com/photos/_mm_/263032917/

 

 

 

 

http://www.fotonatura.org/galerias/general/218353/

 

 

 

Plectranthus nummularius é uma espécie botânica da família Lamiaceae, conhecida popularmente como dólar.

Ideal para compor cortinas em cascatas, se deixada crescer pendente, ou mesmo em cachepôs ou beirais de janelas.

Ambiente: Prefere cultivo a meia sombra;

Temperatura: Tropical;

Folhas: Espessas, coriaceas, brilhantes, denteadas;

Solo: Fértil;

Exigência: Manter solo úmido;

Cuidados: Podas de estética;

Manutenção: Fácil;

Altura: 15 a 20cm, mas pendente cresce bastante;

Diâmetro: Variável;

Flor: Inflorescências terminais eretas e curtas com flores brancas;

Origem: Austrália e ilhas do Pacífico.

 

Plectranthus

Classificação científica: 

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Lamiales

Ordem: Magnoliopsida

Família: Lamiaceae

Género: Plectranthus

Espécie: P. nummularius

 

Nome binomial

Plectranthus nummularius
Briq.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Plectranthus_nummularius

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 18h57
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ORNAMENTAL: Lírio do Amazonas 25/09/2008

 

 

 

 http://www.meemelink.com/prints%20pages/12721.Amaryllidacea%20-%20Eucharis%20grandiflora.htm

 

Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul - é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até seis centímetros de diâmetro. As folhas são grandes - podem chegar a 40 centímetros de comprimento - e as flores,- brancas e perfumadas, surgem em racemos de três a seis unidades. Cada flor mede em torno de dez centímetros de diâmetro com as seis pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 centímetros de altura.

A planta se desenvole bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão.
Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer combinações com folhagens baixas e forrações.

O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado e o plantio, é recomendado colocar os bulbos num espaçamento de 40 a 50 centímetros entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, deve-se pressionar o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem.

Para os cuidados com a planta, deve-se evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

http://www.jornalentreposto.com.br/mai2007/clube_flor.htm

 

 

 

 

 

Nome Científico: Eucharis x grandiflora

Sinonímia: Eucharis amazonica

Nome Popular: Lírio-do-amazonas, estrela-d'alva, estrela-da-anunciação, estrela-de-belém

Família: Amaryllidaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América do Sul

Ciclo de Vida: Perene

O lírio-do-amazonas é uma planta herbácea, florífera e bulbosa, originária da floresta amazônica. Suas folhas são grandes, ovaladas, verde-escuras, pecioladas, brilhantes e coriáceas. A inflorescência, sustentada por um longo escapo floral, é do tipo umbela, com cerca de 3 a 10 flores grandes, brancas, cerosas e muito perfumadas. As flores do lírio-do-amazonas são semelhantes às flores de narciso (Narcissus cyclamineus). A floração geralmente ocorre na primavera.

Excelente para ambientes internos e varandas, o lírio-do-amazonas é uma das poucas plantas que floresce na sombra. Além disso, mesmo sem flores, podemos apreciá-la, pois sua folhagem é muito decorativa. Também pode ser plantada em vasos largos e, caso seja bem cuidada, recebendo boa luminosidade, irrigação e adubação é capaz de florescer até três vezes ao ano. O local ideal para esta planta bulbosa no jardim é em canteiros adubados sob a copa das árvores, onde a luz difusa do ambiente é ideal para o seu desenvolvimento.

Deve ser cultivado sob meia-sombra ou sombra, em substrato leve, fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado freqüentemente. O lírio-do-amazonas aprecia o calor tropical, mas pode ser cultivado em estufas nos países de clima temperado. Os canteiros devem ser reformados a cada dois anos. É sensível ao ataque de lagartas, ácaros e fungos. Multiplica-se por separação dos bulbos que se formam junto a planta mãe e por divisão da touceira.

http://www.jardineiro.net/br/banco/eucharis_x_grandiflora.php

 

 

                                                                                                          

 

                                                                                                             

                                                            LÍRIO-DO-AMAZONAS NO BERÇÁRIO-MATRIZ:

                                          

       

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 22h29
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ORNAMENTAL: Abutilon darwinii (Sininho Amarelo) 20/09/2008

 

http://picasaweb.google.com/estela.ike/FloresAmarelas/photo#5098651924106154722

                                               

                                                                       A PRIMAVERA ESTÁ CHEGANDO!

 ...E NO BERÇÁRIO-MATRIZ O SININHO AMARELO JÁ ANUNCIA A NOVA E TÃO ESPERADA ESTAÇÃO:

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 20h54
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ORNAMENTAL: ABUTILON 19/09/2008

 

Abutilon é um gênero botânico pertencente à família Malvaceae, que agrupa cerca de 150 espécies de plantas de folha perene. O gênero engloba plantas anuais, plantas perenes, arbustos, e árvores de 1 até 10 metros, aproximadamente, que podem ser encontradas em áreas tropicais e subtropicais de todos os continentes.

Características

As suas flores têm cinco pétalas que podem ser de cor vermelha, cor-de-rosa, laranja, amarela ou branca.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Abutilon

 

 

http://www.packetseeds.com/assets/images/autogen/a_Abutilon_hybridum02.gif

 

Lanterna-chinesa - Abutilon striatum

Nome Científico: Abutilon striatum

Sinonímia: Abutilon pictum, Abutilon venosum, Sida striata, Abutilon thompsonii

Nome Popular: Lanterna-chinesa, lanterna-japonesa, sininho, campainha

Família: Malvaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Guatemala

Ciclo de Vida: Perene

Arbusto bastante rústico e de constituição semi-lenhosa. Apresenta os ramos recurvados para baixo, como se estes fossem pesados. As flores de tonalidade alaranjada, são muito delicadas e bonitas, sustentadas por um pedúnculo também pendente. As folhas apresentam recortes. Ocorre uma variedade variegata. Muito cultivada em parques e jardins públicos, é pouco exigente em manutenção. Floresce na primavera e no verão atraindo beija-flores.

Devem ser cultivados em solo fértil sempre a pleno sol, isolados ou em grupos e composições. Requer apenas podas anuais para boa formação e renovação da folhagem. Tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estaquia.

http://www.jardineiro.net/br/banco/abutilon_striatum.php

 

A. 'White'

http://www.kartuz.com/mm5/images/69166.jpg

 

http://www.flickr.com/photos/81124164@N00/2534469114/

 

http://www.roselandhouse.co.uk/shrubs/abutilonnabob.htm

 

Nome Científico Abutilon hybridum

Arbusto originário do Brasil e da América Central. Suas flores assemelham-se a pequenos sinos. Perde apenas parte das folhas durante o inverno. Floresce durante o verão. Há uma variedade trepadeira(Abutilon megapotamicum), cujas pequenas flores formam um lindo contraste, nas cores vermelho e amarelo. Pode ser facilmente reproduzido por estacas.

http://www.agrov.com/flores/abutilon.htm

Abutilon megapotamicum

http://www.gapphotos.com/imagedetails.asp?imageno=21617

Lanterninha Chinesa

Nome Técnico: Abutilon megapotamicum ( Spreng. )St.Hil & Naud.

Nomes Populares : lanterninha, lanterninha chinesa, campainha

Família :  Família Malvaceae

Origem:  Nativo do Brasil

 Descrição:
Arbusto até 3,0m, com folhagem variegada ou somente verde, folhas alternas de borda serrilhada e flores de cálice vermelho campanulado e pétalas amarelas, solitárias que surgem na axila das folhas.

Floresce quase o ano todo e tolera bem climas quentes ou frios.  

Ambiente e uso decorativo:
Tem sido cultivada em jardins em conjunto com outras plantas, como cerca-viva e também como pendente, quando planta é jovem.

Além de ornamental, atrai beija-flores.

Cultivo:

Necessita de sol e substrato de composto orgânico bem drenado e regas regulares.

Pode ser cultivado em renques como cerca-viva, então sua poda deve restringir a quantidade de flores.

Propagação por estaquia de ramos, feita de preferência na primavera.

http://www.fazfacil.com.br/jardim/arbusto_lanterna_chinesa.html

 

ABUTILON – VARIEDADES:

http://www.jennyflowers.com/encyclopedia.asp?cat_name=Flowers

 

 

http://aggie-horticulture.tamu.edu/galveston/images/Abutilon,%20Magic%20Lantern%2043.GIF

 

Cuidados: Fácil de cultivar
Flor: Primavera / Verão
Luz: Sol brilhante / Indireta
Temperatura: 5º, 13º, 21º
Altura: 1,5 m
Expansão: 1,2 m
Umidade: Nenhuma
Forma: Arbustiva

ESPÉCIES

Abutilon striatum tbompsonii, tem folhas verdes muito jaspeadas de branco. É a única espécie que não tem folhas pilosas. Necessita de luz muito boa para mostrar toda a formosura da folhagem. As flores são de uma excelente cor laranja-salmão e, no caso de receberem calor suficiente, aparecem desde finais da Primavera até ao Outono.
A. striatum, foto abaixo, com belas flores vermelho-alaranjadas em forma de campãnula.

  A. megapotamicum, foto a esquerda, tem pétalas amarelas e um cálice vermelho, inflado, sobre elas; é pouco habitual.

A. venosum, savitzi, o ácer-branco-de-salão, tem folhas brancas, com belas flores pendentes, de cor adamascada.
http://plantasinterior.blogspot.com/2007/10/abutilon.html

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 20h52
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ORNAMENTAL: HUERNIA MACROCARPA 13/09/2008

 

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Huernia_macrocarpa_GS430.png

 

Huernia macrocarpa é uma Asclepiadaceae muito comum.
Planta resistente, vai bem em praticamente qualquer solo, desde que bem drenado.
Em vasos, com solo nutritivo, logo ocupa todo o espaço disponível.
Em jardins, forma grandes maciços, muito bonitos.
Não requer cuidados especiais; a reprodução pode ser feita por divisão de touceira, e as mudas plantadas no local definitivo.

http://marcuscorradini.blogspot.com/2008_05_01_archive.html

 

 

 

http://www.suculentas.com.br/SuculentasA1/images/48_07%20-%20Huernia%20macrocarpa%20a_JPG.jpg

 

Gênero Huernia

Cerca de 50 espécies. Distribuição: sul e leste da África, Península Árabe e Etiópia.

http://www.jardimdesuculentas.net76.net/lista.html

 

 

 

Huernia keniensis


Huernia
Família das asclepiadáceas
Origem: África, Quênia.
Porte: suculenta de até 10 centímetros.
Flores: quase o ano inteiro
Propagação: por sementes e estaquia

  http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/huernia

 

 

http://www.cactoslucia.com.br/cactos_suculentas/slides/Huernia%20macrocarpa.jpg

 

Características das Suculentas

 

As suculentas são plantas que acumulam água em um ou mais de um dos seus tecidos. Por serem de regiões secas precisam de uma reserva para os longos períodos de estiagem. Elas podem armazenar água nas raízes, caules, troncos, folhas etc. Por isso muitas vezes elas apresentam folhas, troncos ou o caule "gordinhos" cheio de água, daí o nome "Suculentas". As suculentas usam alguns "truques" para diminuir a perda de água como envolver as folhas com uma fina película de cera ou uma camada bem densa de espinhos para fazer sombra no corpo da planta. Muitas suculentas desenvolveram também um metabolismo diferente, chamado CAM (metabolismo do ácido crassuláceo), onde as plantas fecham os estômatos durante o dia e os abrem durante a noite. Estômatos são pequenas aberturas nas folhas que absorvem o dióxido de carbono enquanto as raízes absorvem água.

O alimento para a planta é produzido pela fotossíntese, combinando a água e o dióxido de carbono para produzir açúcares. Nesse processo (fotossíntese) o oxigênio é produzido e liberado no ar. No caso das suculentas o dióxido de carbono absorvido durante a noite é liberado gradativamente durante o dia, e também combinado com vários ácidos orgânicos (ácido málico). Durante o dia este ácido é transformado em açúcar pela ação da fotossíntese. As suculentas são sempre de região seca; porém podem ser de regiões secas quentes ou regiões secas frias como Alpes ou Balcãs (Sempervivum).

As espécies de suculentas são em torno de 22.000, sendo 2.000 espécies de cactus.
As suculentas não são uma família mas um grupo de plantas. Algumas famílias como a das cucurbitáceas (abóboras) possuem espécies que são suculentas, mas não todas. Fazem muita confusão também entre cactus e suculentas. Os cactus são de uma família do grupo das Suculentas (Cactaceae). Todo cacto é uma suculenta mas nem toda suculenta é um cacto.

Nós fazemos classificação das Suculentas, quanto à luminosidade da seguinte maneira:
VERDE – Muita luminosidade, sem sol direto.
AMARELA – Sol durante parte do dia.
VERMELHA – Sol pleno.

 

Necessidades ou Cuidados Mínimos

 

Solo: as suculentas de maneira geral preferem solos ricos e bem drenados. Nunca se deve misturar areia na terra preparada para as suculentas porque "soca" demais. Devemos usar uma fibra natural (pó de xaxim de áreas autorizadas pelo IBAMA), casca de pinus, pedrisquinhos (tipo o que sobra de peneirar uma areia lavada grossa). Normalmente nós misturamos um substrato comprado no mercado de alguma firma idônea, misturado com a fibra e um pouco de terra vermelha de sub-solo de barranco. Acrescentamos para o plantio uma fonte de fósforo, cálcio e magnésio e depois fazemos adubações de cobertura periódicas.

Luminosidade: é um dos grandes segredos do sucesso no cultivo das suculentas. Normalmente todas elas gostam de muita luz e morrem ou se descarecterizam na falta dela. Nós fazemos uma classificação que orienta nosso clientes sobre a quantidade de luz necessária para o bom desenvolvimento da sua planta. Elas são divididas em verdes(ex. Zamioculcas, Rhipsalis, Hatiora, Gasteria e Haworthias) que precisam de muita luz mas não de sol diretamente. As amarelas(ex. Echeverias, Crassulas) que precisam de luz pelo menos uma parte do dia. As vermelhas(ex. Kalanchoe tyrsifolia, Crassula capitela) que precisam de sol pleno, o dia todo.
Irrigação: este é outro ponto crítico para o cultivo de suculentas. A regra básica é regar abundantemente 1 vez por semana no verão e de 15 em 15 dias no inverno (ou no verão se o tempo estiver chuvoso ou nublado). Deve-se molhar como uma "tempestade", inclusive folhas e tudo. Não tem problema! Não pode é "burrifar" água, que aumenta a umidade relativa do ar em volta da planta nem usar prato embaixo do vaso. É importante colocar brita, cacos de cerâmica ou argila expandida no fundo dos vasos para facilitar a drenagem do excesso de água.
Outra coisa interessante é utilizar pedrinhas cobrindo a superfície do vaso o que faz com que a água passe por aquele espaço sem se acumular alí, indo direto para as raízes. Isto evita muito o apodrecimento do colo da planta (pescoço), parte muito sensível a tombamento.
Vale lembrar que toda regra tem exceção, que vasos expostos ao sol direto e/ou vento necessitam de mais água que outros mais protegidos. Também tem alguns cactus de mata Atlântica como os Rhipsalis que gostam de regas mais frequentes.
Adubação deve ser feita periodicamente, sem exageros principalmente de nitrogênio para evitar que a planta cresça muito verticalmente. Normamente após o plantio das mudas em vasos reduzimos a adubação até o vaso "firmar" e ir para o mercado para que as plantas "se comportem" não precisando serem trocados para vasos maiores com muita frequência.

As suculentas são plantas fáceis de serem cultivadas principalmente seguindo-se as regras da luminosidade e rega.
As suculentas são multiplicadas por semente ou por partes das plantas como folhas. Também é possível fazer mudas por estacas o que acelera bastante o processo de multiplicação. Há plantas fáceis e rápidas de multiplicar e outras já muito lentas para crescer e até amadurecer para se conseguir sementes. Alguns Agaves podem levar até vinte anos ou mais para florescer.
Acho que as suculentas têm sido muito procuradas pela praticidade (regas semanais) e pela procura por novidades, plantas com aspectos diferentes ou curiosos.
As suculentas como são muito diversas podem se adaptar bem a canteiros ou vasos. Vai depender da espécie a ser plantada, da maneira adequada de plantar, observando a luminosidade e a drenagem principalmente. As suculentas preferem vasos de barro (queima de "biscoito"), não vitrificados, e que de preferência sejam rasos e largos, tipo "bacia".

Para montar um jardim de suculentas devemos combinar espécies que tenham a mesma necessidade básica de luz e frequência de regas para facilitar o manejo, inclusive dos setores da irrigação automatizada, se tiver. As suculentas devem ser plantadas fazendo-se pequenas elevações no terreno, utilizando pedras e pedriscos e naturalmente utilizando as mantas tipo BIDIM para ajudar na drenagem. As suculentas ficam muito bonitas em jardineiras de apartamentos, onde elas são protegidas do excesso de chuva por uma marquise.
Jardim de inverno nem pensar! Não conheço nenhum que tenha dado certo com suculentas e raríssimas exceções com outros tipos plantas.

http://www.suculentas.com.br/proj.htm

 

 

 http://www.cactoslucia.com.br/cactos_suculentas/slides/huernia%20Schneideriana01.jpg



Escrito por Berçário de Plantas às 12h37
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ORNAMENTAL: Vedélia (bem-me-quer) 13/09/2008

ORNAMENTAL: Vedélia (bem-me-quer)

 

http://www.hear.org/starr/hiplants/images/600max/starr_020127_0035_sphagneticola_trilobata.jpg

 

 

Nome Científico: Sphagneticola trilobata

Sinonímia: Wedelia paludosa, Silphium trilobatum, Acmella brasiliensis, Wedelia trilobata, Wedelia brasiliensis

Nome Popular: Vedélia, picão-da-praia, mal-me-quer

Família: Asteraceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Brasil

Ciclo de Vida: Perene

 

A vedélia é uma margaridinha nativa do litoral brasileiro, muito vistosa e rústica. A ramagem rasteira e ramificada apresenta folhas trilobadas de coloração verde-escura, que acentuam o contraste com as pequenas inflorescências completamente amarelas. Como outras flores da família Asteraceae, as flores verdadeiras são muito numerosas e se aprensentam em capítulos solitários. A floração ocorre durante todo o ano.

Devido ao seu comportamento estolonífero e rasteiro, é muito utilizada como forração, para proteger taludes e barrancos. Mas também pode embelezar canteiros e bordaduras, assim como vasos e jardineiras.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, regada a intervalos regulares. Muito rústica, tolera umidade excessiva, alagamentos ou seca, sendo bastante apropriada para jardins praianos. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura das mudas.

http://www.jardineiro.net/br/banco/sphagneticola_trilobata.php

 

 http://www.killerplants.com/media/images/potw/20060220_full.jpg

 

 

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 12h12
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ORNAMENTAL: maranta pena de pavão 09/09/2008

 Maranta leuconeuraKerchoveana”

 

Prayer plant; Rabbit's Tracks- Maranta leuconeura var. Kerchoveana

 

http://www.ag.auburn.edu/hort/faculty-old/flowerarranging/Flowerarrangingplants/Week3plants.htm

 

 

  

 

 Maranta leuconeura

 

 

 Maranta leuconeura

 

 

Maranta é um género botânico pertencente à família Marantaceae

É um gênero que apresenta aproximadamente 30 espécies herbáceas e perenes distribuidads por todos os habitats úmidos das regiões tropicais.

São plantas que podem alcançar até 50 cm de altura, de folhagem vistora, com folhas grandes, oblongas, variegadas, manchadas segundo a espécie e variedade em tons verdes, vermelhos ou creme, de textura aterciopelada e brilhante, com nervuras muito evidenciadas. Possuem raizes tuberosas.

Tem fase foliares de cor diferente, peciolo longo, flores assimétricas aos pares (reflexo espelho), dísticas. O fruto apresenta sementes com arilo

O nome deste gênero foi dado em homenagem ao botânico veneziano do século XVI, Bartolomeo Maranti.

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

 

 

  

 

http://www.land.zp.ua/img/UserFiles/maranta%20kerchoveana.jpg

 

 

 

 

Marantas y calateas

Pertencem a mesma família: Marantaceae, mas são GÊNEROS diferentes. Causa confusão pela semelhança de suas folhas. Veja as fotos:

http://www.arbolesornamentales.com/Marantas.htm

  

  

Nome popular: Maranta-pena-de-pavão
Nome científico: Maranta leuconeura "kerchoveana"
Origem: América Tropical
Porte: Herbácea prostrada, entre 15 a 20cm de altura. As folhas são verde-acinzentadas com manchas escuras formando desenhos parecidos com os das folhas da espécie Maranta bicolor Ker-Gawl. As flores são brancas e discretas, mas sem importância ornamental. Muito utilizada para forração em canteiros de terra a meia-sombra, rico em matéria orgânica. Muito exigente em água e sensível a geadas.

http://www.ibot.sp.gov.br/COLECOES/colecao_marantaceae/Maranta_leuconeura_kerchoveana.htm

 

 

 

 

Maranta (Maranta leuconeura kerchoveana)
Procure manter essa espécie um pouco afastada das correntes de ar. Com esse cuidado básico terá um vida longa no terraço.

http://www.soldeamor.com/faca_facil/jardim_planta%20terraco.htm

 

 



Escrito por Berçário de Plantas às 13h32
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ÁRVORE DA FELICIDADE 05/09/2008

ORNAMENTAL: Árvore da felicidade

 

 

 Árvore-da-felicidade " macho"

Árvore-da-felicidade "fêmea"

Existem duas espécies de plantas chamadas de árvore-da-felicidade, Sílvia. Elas se tornaram bem populares nos anos 70, quando a moda era usá-las formando um par: a “planta-macho” seria a Polyscias guilfoylei e a “femea”, a Polyscias fruticosa. Elas são espécies diferentes do mesmo gênero e ambas pertencem à família das araliáceas. A principal diferença entre elas é que a Polyscias fruticosa apresenta folhas recortadas em pequenas partes, bem afinadas, e a Polyscias guilfoylei possui folhas compostas, com uma cor verde mais intenso que a “fêmea”, lembrando a forma das folhas da salsa. Elas podem ser cultivadas com sucesso mesmo em apartamentos, pois gostam de muita claridade, mas sem sol direto. Além disso, sua folhagem se desidrata com facilidade quando exposta ao vento. Plante a muda num vaso de bom tamanho (cerca de 30 cm de diâmetro e 50 cm de altura), para que a planta possa se desenvolver durante um bom tempo sem precisar de transplante. Para garantir uma boa drenagem - essencial para essas plantas -, use a seguinte mistura de solo:

1 parte de terra comum
1 parte de terra vegetal
1 parte de composto orgânico
1 parte de areia
Seu cultivo é fácil e um bom indicativo para as regas são as próprias folhas, que revelam a necessidade de água: nunca as deixe murchar, pois podem cair. Em geral, uma boa medida é regar uma vez por semana nos meses frios e de duas a três vezes por semana no verão. Mas não descuide de observar a planta, pois ela dá sinais de suas necessidades. Adube-as na primavera e verão. Uma curiosidade sobre essas plantas é que elas exalam um aroma característico sempre no final da tarde.

http://www.jardimdeflores.com.br/CONSULTAS/felicidade.html

 

 

Árvore da felicidade
(Polyscias fruticosa e Polyscias guilfoylei)

 Catalisadora de energias positivas, a planta é mais indicada para ambientes externos, pois pode atingir até 3m de altura. Diz a tradição que ela deve ser recebida de presente, nunca comprada.
http://www.dragteam.info/forum/hortas-e-jardins/4372-plantas-atraem-boa-sorte-ou-espantam-o-mau-olhado.html

 

Polyscias fruticosa  

 

http://www.bonsai-collectables.com/Polyscias%20fruticosa.jpg

 

 

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/arvore_da_felicidade

Magia : Árvore da felicidade - Para cumprir sua função de atrair bons fluidos, deve chegar às mãos do dono dado de presente por alguém querido.

Cultivo : Elas podem ser cultivadas com sucesso mesmo em apartamentos, pois gostam de muita claridade, mas sem sol direto. Além disso, sua folhagem se desidrata com facilidade quando exposta ao vento. Plante a muda num vaso de bom tamanho (cerca de 30 cm de diâmetro e 50 cm de altura), para que a planta possa se desenvolver durante um bom tempo sem precisar de transplante. Para garantir uma boa drenagem - essencial para essas plantas -, use a seguinte mistura de solo:
1 parte de terra comum;1 parte de terra vegetal;1 parte de composto orgânico;1 parte de areia.
Seu cultivo é fácil e um bom indicativo para as regas são as próprias folhas, que revelam a necessidade de água: nunca as deixe murchar, pois podem cair. Em geral, uma boa medida é regar uma vez por semana nos meses frios e de duas a três vezes por semana no verão. Mas não descuide de observar a planta, pois ela dá sinais de suas necessidades. Adube-as na primavera e verão.

http://www.babyschmitt.com.br/planetaverdearvoredafelicidadedicasdefitoterapia.htm

Nome popular: Árvore-da-felicidade; Árvore-da-felicidade-macho.

Nome científico: Polyscias guilfoylei

Família: Araliaceae

Origem: Ilhas do Pacífico.

 Observações: Existem duas espécies de plantas muito semelhantes chamadas de "árvore-da-felicidade", tanta é a semelhança, que comumente a espécie Polyscias guilfoylei é chamada de "macho" e a espécie Polyscias fruticosa é considerada a "fêmea", o que não é verdade.

São muito cultivadas em vasos médios a grandes, em ambientes internos. Em algumas culturas orientais, a planta é muito dada como presente. Essa planta possui uma característica específica, exalando um cheiro característico no fim das tardes.

A planta não tolera baixas temperaturas, sendo recomendada somente para locais de clima tropical e subtropical.

 Cultivo: Se desenvolve bem em ambientes sombreados, mas bem iluminados, podendo também ser plantada à meia-sombra.

Quando plantada diretamente no solo, é recomendável o plantio em locais onde não haja muito vento, já que suas folhas se desidratam facilmente.

As regas devem ser mais mais intensas no verão, e mais espaçadas no inverno. A falta de água causa murchamento e queda das folhas.

 http://www.cultivando.com.br/plantas_detalhes/arvore_da_felicidade.html

 

 

 

VÁRIAS ESPÉCIES DE POLYSCIAS:

                                                                                                               http://www.rhapisgardens.com/catalog/ming-list.htm

    Name - Polyscias (pronounced polly-SEE-ass) balfouriana (commonly called Balfour aralia) is the most grown but p. filcifolia, fruticosa, guilfoylei, and paniculata can all be found. The name is from poly - Greek for much and scias for shade.

http://www.flowers.org.uk/plants/facts/m-r/polycias.htm

 

Polyscias guilfoylei ‘Laciniata’
Árvore-da-felicidade, árvore-da-felicidade-macho
Família das araliáceas
Origem: Ásia, Polinésia.
Porte: arbusto de até 2 metros
Flores: insignificantes e raras
Propagação: por estaquia da ponta de ramos

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/imagens/enciclopedia_de_plantas_flores/arvore_da_felicidade



Escrito por Berçário de Plantas às 11h01
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BRILHANTINA 05/09/2008

ORNAMENTAL: Brilhantina

 

Pilea microphyla

 

http://flickr.com/photos/82774745@N00/477408185/

 

Pilea

Classificação científica

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Rosales

Família: Urticaceae

Gênero: Pilea

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pilea_microphylla,_Urticaceae

 

http://www.odla.nu/krukvaxter/images/bilder/pilea_microphylla.jpg

 

Nome popular:
brilhantina
Família:
Urticaceae
Origem:
América tropical
Características:
Não tolera geadas, plantada em canteiros com solo enriquecido com humus e mantido úmido.

http://www.floriculturacampineira.com.br/portal/floricultura_produto.asp?categoria=339&produto=5363

 

 

http://www.plantcare.com/oldSite/httpdocs/images/RR/IMG0153090.jpg

 

Nome Científico: Pilea microphylla

Sinonímia: Parietaria mircophylla, Pilea muscosa, Pilea succulenta

Nome Popular: Brilhantina, beldroega, planta-artilheira, folha-gorda

Família: Urticaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América Tropical

Ciclo de Vida: Perene

A brilhantina é uma planta de textura peculiar, suas folhas são muito brilhantes, suculentas e pequeninas, de coloração verde-clara. Sua estrutura é bastante ramificada e ereta assemelhando-se a ramos de ciprestes. Sua estatura é baixa, de 20-30 centímetros, tornando-a excelente em composições com flores diversas. Apresenta flores bem pequenas, de pouca importância ornamental. Além do cultivo em vasos e jardineiras, pode compor maciços ou bordaduras em canteiros bem adubados e úmidos.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra. É bastante exigente em matéria orgânica e irrigação. Não é tolerante à geadas. Pode ser multiplicada por estacas ou divisão de touceiras.

http://www.jardineiro.net/br/banco/pilea_microphylla.php

 

http://www.rufer-blumen.ch/bilderarchiv/p/bilder1/pilea%20microphylla.jpg

 

 

 

Nome popular: Brilhantina; Beldroega; Folha-gorda; Planta-artilheira.

Nome científico: Pilea microphylla (L.)

Família: Urticaceae.

Origem: América Tropical.

Observações:  Planta herbácea perene, de 20 a 30 cm de altura, de folhagem ornamental. Possui flores diminutas, que possuem importância secundária como valor ornamental.

As flores masculinas, quando secas, explodem, emitindo uma nuvem de pólen.

A planta não tolera geadas.

Cultivo: É uma planta muito variável, prosperando a pleno sol, ou de preferência à meia-sombra. É cultivada formando conjuntos, em canteiros enriquecidos com húmus, devendo ser sempre umedecidos, onde proporcionam notável efeito.

Multiplica-se facilmente por divisão de planta entouceirada e por meio de estacas.

http://www.cultivando.com.br/plantas_detalhes/brilhantina.html

 

http://www.nzenzeflowerspauwels.be/PileMicr.jpg

 

 

Uma espécie de Brilhantina (a rasteira) é considerada daninha:

 

“... Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia do oxyfluorfen no controle da brilhantina (Pilea microphylla) na produção de mudas de plantas ornamentais...”

http://revistas.cpd.ufv.br/pdaninhaweb/?pagina=detalhePublicacao&cod=876

 

 

“... Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia do oxyfluorfen no controle da brilhantina (Pilea microphylla) em cultivo de orquídeas...”

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-83582007000300019&lng=en&nrm=iso

                                                  

 

A Brilhantina que cultivamos (com caule ereto) no berçário-matriz:

 

 

 


Escrito por Berçário de Plantas às 11h00
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IRESINE 01/09/2008

ORNAMENTAL: Iresine (coração magoado)

 

Iresine herbstii  “aureoreticulata”

 

 

 

Nome Científico: Iresine herbstii

Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii

Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria

Família: Amaranthaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América do Sul

Ciclo de Vida: Perene

Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.

 

 

Iresine celosia

 

                                                                                                              

 

Pertence à família das amarantáceas e é originária da América do Sul, Brasil. Dá flores no Verão e é um arbusto que chega a atingir um metro de altura. Propaga-se pela estaquia da ponta de ramos, isto é, basta cortar uma ponta e plantá-la.
Dá-se bem a sol pleno, mas pela experiência que tenho cá em casa, onde a tenho quer ao sol, quer à meia-sombra, desenvolve-se melhor se não estiver muito exposta ao sol.
Precisa de água e mal esta falta fica com as folhas todas murchas. Parece que vai morrer, mas não. Basta regá-la novamente.
No Funchal, é muito usada em jardins públicos, fazendo lindos efeitos geométricos com uma variedade de folhas verdes. Para esses fins, os jardineiros costumam cortá-las todas à mesma altura. Cá em casa, deixo-as crescer até onde lhes apetece.
Adoro a cor da folhagem, a qual, só por si, já faz um efeito colorido no verde que por aqui se espalha.

 

 

 

Iresine herbstii aureo- reticulata (Amaranthaceae)

 

Luz -

Ambiente - A pleno sol ou sob luz em paludários

Temperatura - Tropical. Não tolera muito o frio 

Folhas - Verdes com nervuras amarelas 

Solo - Rico em matéria orgânica 

Cuidados - Podas estéticas 

Manutenção - Fácil 

Altura - Até 1,5m se mantido sem podas 

Flor - Inflorescências simples eretas 

 

 

 

 

 

FONTES:

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Iresine_herbstii_Biemuelleri_BotGardBln0906.JPG

http://www.jardineiro.net/br/banco/iresine_herbstii.php

http://www.weblo.com/domain/available/iresine.com/

http://jardimdepedra.blogspot.com/2007/10/iresine-herbstii-ou-corao-de-maria.html

http://waterroots.com/imagesplants/403.jpg

http://www.plantasdeaquario.com/foto023.htm

Iresine herbstii ou coração-de-Maria



Escrito por Berçário de Plantas às 10h57
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ESPADA DE SÃO JORGE 29/08/2008

ORNAMENTAL: Espada de São Jorge

 

Sansevieria hyacinthoides

http://en.wikipedia.org/wiki/Sansevieria

 

                                                 Sansevieria

As sanseviérias (vulgarmente conhecidas como "línguas-de-sogra", em português, ou "mother-in-law's tongue", em inglês) formam um género de cerca de 70 espécies, originárias de regiões tropicias e subtropicais do Velho Mundo. Integram, consoante os autores, as famílias Ruscaceae, Agavaceae ou Dracaenaceae.

Características. Plantas xerófitas, herbáceas ou arbustivas, suculentas, perenes, com folhas afiladas, que crescem, conforme as espécies, de 20 cm até 3 m de altura. Formam frequentemente aglomerados densos. A flores têm um tom branco esverdeado e ocorrem num racemo com 40 a 90 cm de comprimento. O fruto é uma baga vermelha ou cor-de-laranja.

Designação. O género homenageia Raimondo di Sangro (1710-1771), príncipe de San Severo, ma Itália. As grafias "Sanseveria" e "Sanseviera" também se vêem com frequência.

Utilização. Em África, as folhas são usadas para a produção de fibras. A seiva de algumas espécies, como a S. ehrenbergii, têm propriedades anti-sépticas e as folhas são usadas como pensos na medicina tradicional (para primeiros socorros). São plantas de interior populares nas regiões temperadas (especialmente a S. trifasciata) e delas produziram-se inúmeros cultivares (60 só da espécie S. trifasciata).

Cuidados. Requerem um substrato bem drenado e regas moderadas. Nos meses de Verão, apreciam regas frequentes, desde que o solo não fique encharcado, mas nos meses mais frios é melhor deixá-las secas. A temperatura média mínima recomendada é 10°, mas toleram breves períodos de temperaturas mais baixas, desde que permaneçam secas. As sanseviérias são difíceis de manter num espaço limitado, já que tentam sempre expandir-se, lançando rizomas subterrâneos muito fortes, que podem quebrar o plástico ou o barro dos vasos.

Propagação. A propagação faz-se geralmente por separação dos rebentos que a planta com frequência lança. Muitas espécies também podem ser propagadas através de folhas (mas não as formas variegadas). A propagação a partir de sementes é um processo lento.

Espécies. Sansevieria aethiopica, angustiflora, arborescens, aubrytiana, braunii, canaliculata, concinna, cylindrica, dawei, deserti, dooneri, ehrenbergii, fasciata, fischeri,  francisii, gracilis, grandicuspis, grandis, hahnii, horwoodii, humiflora, hyacinthoides, intermedia, kirkii, liberica, longiflora, metallica, masoniana,  parva, patens, phillipsiae, pinguicula, raffillii, roxburghiana, senegambica, singularis, stuckyi, subspicata, suffruticosa, trifasciata, zeylanica.

 

(fonte: http://www.estufa.net/index.php?topic=1105.0)

 

 

 

UM RARO MOMENTO: EM FLORAÇÃO

 

 

http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Sansevieria_trifasciata_flowers.JPG

 

 

Muitas Imagens da grande variedade de espécies de espada-de-são-jorge:

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601338701146/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601299523451/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601306359850/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601288304983/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601283094762/

 

http://www.flickr.com/photos/10449510@N05/sets/72157601287462789/

 

http://davesgarden.com/guides/pf/showimage/32284/

 

http://www.brookside-nursery.com/

 

 

 

Sansevieria cylindrica

http://davesgarden.com/guides/articles/view/293/

 

 

 

Nome Científico: Sansevieria trifasciata

Sinonímia: Sansevieria laurentii, Sansevieria trifasciata var laurentii

Nome Popular: Espada-de-são-jorge, rabo-de-lagarto, língua-de-sogra, sansevéria

Família: Liliaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: África

Ciclo de Vida: Perene

 

 

Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Suas folhas são muito ornamentais e podem se apresentar de coloração verde acinzentada e variegadas, com margens de coloração branco-amareladas, todas com estriações de um tonalidade mais escura. As flores brancas não tem importância ornamental. É uma planta de utilização bastante tradicional e a cultura popular recomenda como excelente protetor espiritual.

Devem ser cultivadas à pleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e bordaduras. Resiste tanto à estiagem, como ao frio e ao calor, além de ser pouco exigente quanto à fertilidade. Multiplica-se por divisão de touceiras, formando mudas completas com folhas, rizoma e raízes.

http://www.jardineiro.net/br/banco/sansevieria_trifasciata.php

 

 

 

http://www.about-garden.com/a/en/1919-sansevieria-trifasciata-snake-plant/

 

http://aquiya.skr.jp/zukan/Sansevieria_trifasciata_.html

 



Escrito por Berçário de Plantas às 09h22
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